Como vagões desgovernados levamos a vida. Um corre-corre diário que nos rouba as melhores cenas do dia e ultimamente minha semana vem sendo dessa forma. Subitamente acordo e quando menos espero estou retornando para casa, deixando para trás a velha mania de admirar pessoas e coisas (nem isso mais ando tendo tempo). Perco-me contando as balas coloridas que venho me obrigando a deliciar quando a ansiedade me devora. As toxinas do meu velho camarada andam me deixando atordoada e a cada dia resolvo (sem muito sucesso) deixá-lo de lado... Confesso que um dia é de sucesso e outro de fracasso total, mas não há muitas chances em se vencer o próprio propósito. Ando na verdade fazendo ‘esforços’ mais por questões de fé do que vontade própria. Mas acabo mesmo, tragada pela ansiedade (tristezas, alegrias e seus derivados) pelo velho hábito... o qual me deixa mais calma quando estou com ‘ele’... meu velho e companheiro... altamente cancerígeno e degradante da minha saúde. Não, não! Isso não é ...
Opte por aquilo que faz o seu coração vibrar... Apesar de todas as consequências. Osho