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Mostrando postagens com o rótulo RenOvaçÃo

** CiClOs **

Há sempre dois caminhos. Um que seguimos por instinto achando que é o mais sensato e outro que nos puxa feito imã e as certezas não existem. Talvez o segundo seja o que mais atraia, mais receba transeuntes e nos leve a paisagens desconexas. E o acerto é quase incerto, como em quase tudo na vida. Uma flecha que segue em disparada a um alvo... Distante, perto... Ele está lá, sei disso e será fincado com a força da minha alma. Será que vai doer? Ah, mas nem tenho argumentos para me defender! Ela (a flecha) apenas segue numa velocidade insana... Derrubando, desviando... Queimando tudo, fazendo de cinzas metade da minha historia. Sinto-me presa ao cheiro, ao toque, as coisas estranhas que sinto. Presa a outro mundo, onde as palavras ainda soam codificadas. Sigo apenas o instinto. De querer, de estar bem, de pisar em nuvens. É tudo tão surreal, que mesmo enxergando, desacredito. O novo sempre me assusta. Sempre é violento, sempre me deixa estagnada. ...

** InColOr?? **

É o que digo, Não deixe tempestades permanecerem, se consegue detê-las. Se podes transformar tudo em céu aberto e calmarias. Sei que a vida às vezes (ou muitas), mais parece uma areia movediça. Sempre nos puxando ao inesperado, afundando nossos pés em um mar de incertezas. Mas não desanime! Tem dias que sou como todo mundo... Tem dias que sou apenas eu, sem mundo exterior e interior, sobra apenas o vazio. Na boa, não ligo. As manhãs podem nascer cheias de cores, e terminarem incolores. A felicidade pode bater a porta e em outro momento, sair de fininho pelos fundos... Pode me fazer sorrir, chorar... Não me importo. Sinto sim quando se perde a esperança, quando o doce da saudade machuca e vira-se fel... Quando as palavras não ditas, desfalecem por medo. Quando a ousadia em se agarrar à alegria pelos cabelos não existe. E o conformismo se adere à pele, feito uma droga ilícita, com o mecanismo de se levar ao fundo do poço, arrastar os bons corações numa correnteza cheia de destroço...
Antes de mais nada, Feliz 2011 ! Eu deveria ter feito uma lista (gigantesca), ter comido as tais uvas e feitos vários pedidos de olhos fechados à meia noite... mas achei melhor não. Nada de tradição, nada de regra, nada de seguir alguma coisa a não ser meu coração... e este estava batendo freneticamente como se quisesse de um salto pular pra fora do meu ser. Como eu disse, de certa forma eu morri. Fiquei em algum lugar do ano passado e fechei tudo, como num balanço anual necessário. De algum jeito esquisito, essa vibração universal invade mesmo sem querer. Paz, Saúde, Esperança, Amor, Paixão, Luz Divina... e Vida. É isso que renovei aqui dentro mais uma vez. Idealizei esse novo ano. Mas de uma forma especial. Talvez diferente de tudo que já desejei. Deixo um adeus ao que se foi... sem choros, sem muitas lembranças, pois acabo de enterrar meu apego. E abro meus braços para o inesperado. Há uma sensação boa me cutucando. Me fazendo sorrir. E isso basta. Não somente hoje, primeiro d...