Pular para o conteúdo principal

** InColOr?? **



É o que digo,
Não deixe tempestades permanecerem, se consegue detê-las.
Se podes transformar tudo em céu aberto e calmarias.
Sei que a vida às vezes (ou muitas), mais parece uma areia movediça. Sempre nos puxando ao inesperado, afundando nossos pés em um mar de incertezas. Mas não desanime!

Tem dias que sou como todo mundo...
Tem dias que sou apenas eu, sem mundo exterior e interior, sobra apenas o vazio.

Na boa, não ligo.
As manhãs podem nascer cheias de cores, e terminarem incolores.
A felicidade pode bater a porta e em outro momento, sair de fininho pelos fundos... Pode me fazer sorrir, chorar...
Não me importo.

Sinto sim quando se perde a esperança, quando o doce da saudade machuca e vira-se fel... Quando as palavras não ditas, desfalecem por medo. Quando a ousadia em se agarrar à alegria pelos cabelos não existe.
E o conformismo se adere à pele, feito uma droga ilícita, com o mecanismo de se levar ao fundo do poço, arrastar os bons corações numa correnteza cheia de destroços e lamas como vemos por aí.

A vida é muito mais do que o medo de ser feliz, mesmo que momentaneamente – já que a segunda opção é bem mais pratica e realista.
Mas se precisas de uma junção de passado e presente para se viveres o agora, atropele as duvidas... seja um desbravador (a) das próprias criticas e verás uma beleza pura entre o ignorado.

Afinal, o desconhecido sempre atrai. Possui uma carga de sedução irresistível, a qual nos faz pular em abismos de experiências necessárias ou precisas.

Vá! Pule...
Se jogue! Mesmo agarrando ao nada ou as asas do arrependimento, tudo será valido, desde que permita o ar puro insuflar teus pulmões até doerem e te mostrarem que viver é isso... Meramente uma tentativa.

Única agora, por sinal – pensem nisso!!


by JanNe


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

PlAnO B

Ressurge então essa idéia, a de incorporar certas decisões ao longo desses meus 27 anos e definitivamente entrar de cabeça! Falo sentimentalmente é claro, pois já que não encontrei as chaves das incógnitas, que elas cheguem atraídas pelo imã da decisão oportunamente certa. Sábios os conselhos (e há os que dizem que eles supostamente não são concretos numa vida – pura ilusão), pelo menos para mim são razoáveis e sustentáveis. A atração física é um mal desde que o mundo é mundo - “mal necessário, sem dúvida e muitas vezes sem lógica, pois o desejo carnal se vai com o ato concretizado e pelo suspiro de alivio" – Passou... Já era! O problema maior está cravado (e com raiz) na mente. É ela quem determina a busca, fantasiando, iludindo, rindo do seu (do meu) fracasso. Temos que ser contraditórios. Evoluir, crescer, liderar essa massa de neurônios que se dizem ‘apaixonados’ e retomar de vez o controle da situação. Erros e acertos, eis a questão! Peco quando estou embriagada de sentimenta...

** AnCoRadO à VoCê **

Eu sei lá, não sinto vontade de falar de mim... de você ou de qualquer coisa que evidencie meu estado... Só quero sentar na grama e ouvir a natureza pulsar sua vida... que tranquilamente vai me sugando e como numa fotossíntese, tentando   me devolver melhor... Estou indo longe para poder achar essa troca justa.   Fugindo do tempo e de seus segundos... Desejando o desaparecimento dos meus sentimentos. Desejando desligar o automático, desejando uma brecha onde se possa entardecer minhas razões e entregar os pontos. E se fazer tudo novo. É isso que busco na paisagem, no horizonte. Ou em noites escuras onde a lua apenas, ilumina meus caminhos... Então as palavras se calam. Assustam e perpetuam-se numa masmorra intima. Apenas nossa. Já nem tenho forças para salvá-las ou deixarem libertas. Pois nem eu mesma quero ouvi-las.   “Eu acredito” Que amanhã vou sorrir, que não vou te encontrar, que não sentirei sua presença simplesmente pelo toque do ar frio no meu corpo...