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AmOo-te AMoOor


Como estou à toa hoje de manhã, resolvi dar uma espiadinha em alguns blogs (uns conhecidos e outros nem tanto) e a descoberta foi: “Como as pessoas falam de amor”!
Amor, felicidade, desilusão, raiva, revolta... mas tudo relacionado ao mais singelo dos sentimentos... o amor (etâ coisinha complicada de se entender, quem dirá sentir).

Gosto de ler as poesias (as pessoas tentam retratar o impossível e vão longe com essa vontade). Gosto de ler os desabafos, os textos carregados de emoções (assim como os meus). Gosto de ler pequenas frases emolduradas a uma figura bonita, um quadro, uma flor... Tudo tem sua real importância quando amamos.

Eu por exemplo, falo de mim (do meu eu interior mesmo). Falo das experiências, emoções... Raramente cito nomes, preservando a integridade física e moral do meu semelhante tão amado ... (ou) ... tão odiado (risos).
Geralmente amo mais do que odeio – isso é fato!
Amo Deus acima de tudo, amo seus feitos e a pequena luz de bondade plantada nos corações de cada um. Tudo é uma questão de saber regar essa tal plantinha indefesa... Cuidar atentamente, permitindo que ela cresça e apareça perante aos olhos da humanidade.
Você tem que ser bom para si mesmo, amar-se de verdade, antes de colocar os sentimentos pra fora, ANTES de tomar a decisão (mais insensata de nossas vidas, eu diria) de entregar essas ‘emoções’ nas mãos de alguém...

Calma!
Insensata porque quando amamos não somos nada racionais. Inspiramos e Expiramos sentimentos fortes, os quais nos entorpecem... nos deixam “alucinados” ou diretamente ‘dopados’.
O amor é assim... sem era nem bera. É o maluco-beleza gritando dentro da gente (tão louco, tão inconseqüente).
Há o amor experiente, mais calmo, delicado, pés no chão (sim... creio que exista isso). Mas eu prefiro o maluco... Aquele que deixa meu corpo sem sistema imunológico, que derruba minhas fraquezas, que altera minha freqüência cardíaca, que me faz sentir dores tremendas na barriga, me deixa trêmula, sem ar, sem voz... quase morrendo.... Mas uma morte boa (pois meu estado de oásis é pleno e absoluto!). Ainda assim, eu prefiro este.

Porque sei, que após toda essa turbulência física, minha alma retorna... daí, posso fechar meus olhos com a cabeça encostada em seu peito – ouvindo as batidas de seu coração, lento, calmo – e só então me sentir em Paz...

Hmmmmmmmmm...
Haveria coisa melhor??

Uma boa quinta-feira a todos e aos blogueiros que me inspiraram essa manhã, um brinde ao amor (seja lá de qual forma, em que grau e em que cor).

Bitocas
Jana

Comentários

Wagner Trindade disse…
Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

PlAnO B

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** AnCoRadO à VoCê **

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