Pular para o conteúdo principal

BuEnOs SoNhoS, BabY!


Esse aí é o sofá-conceito Cloud (nuvem em português), criado por David Koo (ressaltando uma meramente idéia, não lançada ‘ainda’ no mercado).
Fiquei pasma! E morrendo de inveja é claro.
Jamais, na altura do campeonato, dessa minha humilde vida, poderia imaginar tal invenção tão extraordinária.
A engenhoca me parece bem convidativa, já que flutua por meio da força magnética gerada pela base do chão... hmmmm... bem interessante.

Na verdade eu nem gostaria de dar ênfase ao assunto, mas desde que li essa matéria (no portal MSN de ontem), estou aqui a sonhar com uma nuvenzinha dessa estacionada no ‘meu lar, doce lar’. Faltam apenas me venderem os sonhos dos céus – foi o que pensei na hora, afinal estou farta de pesadelos.

Sempre me espanto com a capacidade humana e essas criações vêem exatamente para me mostrar que somos capazes de tudo, basta ter uma boa idéia na cachola. Somos capazes de recriar sonhos, coisas materiais e quem dirá sonhos os quais julgamos impossíveis.
A matéria é uma prova viva disso. Alguém colocou em prática um desejo e pumba! Eis a realização aí. Nada seria possível, sem a persistência, esperança e força de vontade.

Só queria de fato, dormir uma noite (umazinha só) nesse sofá das nuvens e esquecer meu velho colchão sofrido (mas mui amado por sinal, afinal são anos de dedicação). É nele que esqueço a vida, que passo horas com meus livros preferidos e dou altas gargalhadas com as meninas naqueles momentos que lá em casa são pra lá de especiais e necessários.

Bom, mas enquanto meu poder aquisitivo não me permite ter o sofá dos sonhos, ou melhor, o Sofá Cloud (que alias nem se encontra a venda, não passa de um projeto), vou ficar aqui pedindo aos anjos para que no futuro eu possa me esbarrar com algo parecido na sala de casa, pois serei COM CERTEZA uma usuária assídua hehehehe, afinal a pobre aqui adoraaa uma mordomia.

Beijos

P.s.; De volta a net... 100% de sinal – ufaaaa!!!!







Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Eita que os anos passam depressa demais. Massacram tudo. Sinto falta daqui. Do tempo bom, de varar madrugadas a fora, matutando com minha mente e percepção... Há anos não escrevo por motivos que nem sei. Talvez eu tenha fugido das palavras, do meu mundo particular e tenha me botado em órbita! Talvez essa fuga foi de encontro ao nada, mas agora quero estar de volta. Quero meu canto, minha segurança, quero minhas queridas palavras dançantes. ... Estou voltando! um 💋 na alma, JanNa

(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

** DeSapEguE-sE **

Há algo em mim transbordando e me fazendo mudar todo tipo de conceito em relação ao que tanto aflige a alma... o amor. Em anos de convivência com a vida, pude notar o quanto as pessoas esperam algo em troca daquilo que se doa involuntariamente. Sentimentos não são feito penhoras, onde se aguarda em algum momento um retorno obrigatório e justo. São feito o ar que saem dos pulmões... livres e puros. Não há como exigir trocas forçadas ou até mesmo embutir na pessoa amada tal responsabilidade de receber o mesmo amor atribuído ou nas mesmas proporções. O amor reciproco é o que sempre devemos esperar, mas quase nunca paramos para pensar nisso. É muito mais exigência, carência e pedidos, do que propriamente doação. Bem do tipo, se eu beijo com carinho automaticamente e mesmo que sem querer, eu espero o mesmo beijo em troca. Se faço carinho, espero igualmente. Se me dou com toda graça, quero que também o faça. E se amo, quero na mesma quantidade. Estão vendo, como é mais uma busca de ret...