Pular para o conteúdo principal

•°¤*(¯`°(VolToO LoGoO)°´¯)*¤°•


Saio de cena...
Deixo meu esgotamento físico e mental tomar conta de mim e obrigo-me a descansar.
Não importa para onde vou, com quem, se estarei bem ou mal.
Importa que estarei comigo mais que nunca...

Às vezes nos esquecemos de ‘nos encontrar’ e o cotidiano invade nossa vida de maneira sorrateira, como um ladrão... Por meses e meses somos incansavelmente escravos do ponteiro do relógio: hora de acordar, de escovar os dentes, tomar banho, se alimentar, de trabalhar, de almoçar, etc, etc e depois: hora de voltar... Agora quando nos desligamos, mesmo que temporariamente desse tic-tac sangue-sugas de uma figa, a vida parece perder o ritmo frenético... Vai desacelerando aos poucos e você chega a enjoar.

Já notou que nada está bom, quando está?
Hmmm é sério!
Hoje acordei cansada, sensação de peso, de limite do esgotamento mental, não suportando meu próprio peso e tudo porque minha mente já incorporou a palavra “férias” e associou ao descanso súbito! Emergencial. Nada quero fazer, nada quero falar... Quero fechar o sistema e voar. Como se estivesse me libertando... Mas lá no fundo, já sinto saudades...
Saudades de ser útil, de aprender, de ouvir e cooperar. Saudades dos mesmos rostos, das mesmas risadas e dos mesmos papos calientes divididos numa troca de turno e outro.
Somos uma família e sempre que tenho que deixá-la, sinto sim um aperto no peito... Um certo medo de nunca mais voltar.
Apenas sensações e emoções.

Abandono meu lugar por 20 dias com a esperança tosca de retornar com tudo diferente (assim como as novas promessas – nunca cumpridas diga-se de passagem – feitas na virada do ano). O que vale são os pensamentos positivos, sonhos, alegria e paz. Isso quero encontrar nessa ausência tão singela, tão pequena.

Não prometo posts nesses dias, mas deixo aqui meu coração e votos que todos estejam bem... que todos os escravinhos do tempo continue os mesmos quando eu retornar.

“Saiba apreciar o espetáculo da vida de peito aberto e sem ressentimentos”
Uma boa dica para se começar um novo dia.

Fiquem com Deus!
Beijos
Janynha

Comentários

Wagner Trindade disse…
OIe linda!
Otima ferias pra vc querida! aproveite bastante viu!!! :) obrigado pela preocupação ta! ti doro!!!
estou bem ta :)

Ah o amor qdo se corrompe não é amor...
Qdo somos mto sentimental o amor sempre existira pelo sentimento mas qdo vem a decepção ele se corrompe :( isso não só em relação a dois mais em qualquer situação
bjuz doce linda

Postagens mais visitadas deste blog

Eita que os anos passam depressa demais. Massacram tudo. Sinto falta daqui. Do tempo bom, de varar madrugadas a fora, matutando com minha mente e percepção... Há anos não escrevo por motivos que nem sei. Talvez eu tenha fugido das palavras, do meu mundo particular e tenha me botado em órbita! Talvez essa fuga foi de encontro ao nada, mas agora quero estar de volta. Quero meu canto, minha segurança, quero minhas queridas palavras dançantes. ... Estou voltando! um 💋 na alma, JanNa

(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

Um MaL "absolutamente" NecEsSáRiOo

6/6/2008 16:20:27 O efeito terremoto já passou como previsto. Não sou de ficar me lamentando (apenas faço comentários de minha própria vida – e está aí o prazer em se postar). O pessimismo é notável em certos dias (poxa, quem não tem disso às vezes? – pelo menos euzinha tenho freqüentemente). Mas sou mais fissurada em dias perfeitos, coloridos e que me rendam pensamentos positivos ao encostar minha cabeça ao travesseiro no final do dia. Estou engasgada com uma situação que não sei ao certo como lidar, como resolver e isso já está dando uma certa pane no meu sistema... Queria ter o livre arbítrio em gostar ou não de alguém (nessa vida a única coisa que não temos o direito de decidir é isso, grande injustiça!). Se a escolha dependesse de mim, escolheria não amar ninguém. Pouparia-me desse mal, dessa doença sem cura. O pensamento do leitor me bateu fundo... “Essa mina só fala de amor, de romantismo e banaliza o sentimento como fosse algo nojento, sujo, a qual não encontramos o prazer”....