Pular para o conteúdo principal

* CoNfLiToS ReAiS *


Já desci da torre da Rapunzel e ainda assim me sinto em perigo. Eita mundão estranho esse minha gente, onde tudo parece rodar feito pião sem rumo e só se deixa zoado.
Passei foi muito tempo enclausurada e mortificada pelo sentimentalismo barato que estando ‘acordada’ pareço até fora de órbita.
Seria o amor como aquelas vacinas super potentes e de dose única?
Ou poderia tomá-lo em doses de Tequila pura até cair... cair... e do chão ficar rindo com o vento que sopra suave no rosto?
Sei lá. Só sei que estou sem rumo.

Foram tantos os questionamentos e pressões emocionais que minha mente cortou o contato direto com o coração. Cada um age conforme sua tosca vontade e eu me ferrando nessa batalha desigual. Não mando em mais nada por aqui!

Amei uma vez, duas...
Apaixonei-me trocentas (mentira, algumas apenas!). O real problema é a mania de incorporar a palavra ‘intensa’ numa vida inteira. Aos longos dos anos e das falhas imperdoáveis, descobri que incorporar tal palavra é quase o mesmo que botar uma corda no pescoço e se atirar sem motivos aparentes. Tudo fica MUITO, cheio, transbordando ao extremo. Uma papagaiada que só serve para te furtar a razão, isso sim.

Intensamente vivo. Respiro e continuo.
Intensamente os desejos afloram, tornam-se sonhos e caminham para o estado sólido; a realidade.
Intensamente Amei. Amo e desamo.

Numa língua confusa, acabo me entendendo.
E então os sonhos de ‘princesa’ jaz em alguma parte do meu livro da vida. A sentimentalista ficou lá em cima da torre, cheia de saudades, cheia de amores. Essa aqui que se ralou toda ao descer é meramente ‘eu’. Cheias de cicatrizes, arranhões e uma feição dura inquestionável. Não há vestido rodado e lindo. Há armadura de guerreira cruel.
Incansavelmente meu coração bate, mas quem precisa perceber?

Sinto-o forte, descompassado.
Talvez somente ele ainda seja o mesmo, pois ainda me dá umas duras insanas e aos berros me diz que preciso sim é de AMOR.

- Ráh! Melhor deixar pra lá, afinal meus cabelos estão curtos e nada vai adiantar mesmo hehe.


 by JanNa


Comentários

Anônimo disse…
Your website nice, may be useful for many people. I entrusted this link, I hope you agree, thank you.

Obat GERD
Obat Herbal
Obat Epilepsi
Obat Herbal Lipoma
Obat Jantung Anak Bocor

Postagens mais visitadas deste blog

Eita que os anos passam depressa demais. Massacram tudo. Sinto falta daqui. Do tempo bom, de varar madrugadas a fora, matutando com minha mente e percepção... Há anos não escrevo por motivos que nem sei. Talvez eu tenha fugido das palavras, do meu mundo particular e tenha me botado em órbita! Talvez essa fuga foi de encontro ao nada, mas agora quero estar de volta. Quero meu canto, minha segurança, quero minhas queridas palavras dançantes. ... Estou voltando! um 💋 na alma, JanNa

(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

Um MaL "absolutamente" NecEsSáRiOo

6/6/2008 16:20:27 O efeito terremoto já passou como previsto. Não sou de ficar me lamentando (apenas faço comentários de minha própria vida – e está aí o prazer em se postar). O pessimismo é notável em certos dias (poxa, quem não tem disso às vezes? – pelo menos euzinha tenho freqüentemente). Mas sou mais fissurada em dias perfeitos, coloridos e que me rendam pensamentos positivos ao encostar minha cabeça ao travesseiro no final do dia. Estou engasgada com uma situação que não sei ao certo como lidar, como resolver e isso já está dando uma certa pane no meu sistema... Queria ter o livre arbítrio em gostar ou não de alguém (nessa vida a única coisa que não temos o direito de decidir é isso, grande injustiça!). Se a escolha dependesse de mim, escolheria não amar ninguém. Pouparia-me desse mal, dessa doença sem cura. O pensamento do leitor me bateu fundo... “Essa mina só fala de amor, de romantismo e banaliza o sentimento como fosse algo nojento, sujo, a qual não encontramos o prazer”....