Pular para o conteúdo principal

Postagens mais visitadas deste blog

(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

PlAnO B

Ressurge então essa idéia, a de incorporar certas decisões ao longo desses meus 27 anos e definitivamente entrar de cabeça! Falo sentimentalmente é claro, pois já que não encontrei as chaves das incógnitas, que elas cheguem atraídas pelo imã da decisão oportunamente certa. Sábios os conselhos (e há os que dizem que eles supostamente não são concretos numa vida – pura ilusão), pelo menos para mim são razoáveis e sustentáveis. A atração física é um mal desde que o mundo é mundo - “mal necessário, sem dúvida e muitas vezes sem lógica, pois o desejo carnal se vai com o ato concretizado e pelo suspiro de alivio" – Passou... Já era! O problema maior está cravado (e com raiz) na mente. É ela quem determina a busca, fantasiando, iludindo, rindo do seu (do meu) fracasso. Temos que ser contraditórios. Evoluir, crescer, liderar essa massa de neurônios que se dizem ‘apaixonados’ e retomar de vez o controle da situação. Erros e acertos, eis a questão! Peco quando estou embriagada de sentimenta...

** Se FoRam **

Confesso, acordei achando tudo indiferente, sentindo cada dia igual. Talvez isso passe, sendo eu tão inconstante. Ontem cheguei desfazendo tudo, me livrando de alguns pesos, perdoando meus enganos, quem sabe assim não chegue mais perto de mim... Tanta coisa foi acumulando e agora sinto falta de um vão para me esconder. Tudo está preso na garganta e meu coração anda cada dia mais calado, como se quisesse me punir de alguma maneira. Estou triste comigo. Verdadeiramente. Nem mesmo o mar me trouxe sossego ou paz de espírito, pois estou fria ou congelada por dentro, sei lá. Finjo não ver nada disso, finjo que estou bem, isso me faz imaginar que nada existiu de fato, que me encontro no mesmo lugar de meses atrás. Mas dessa vez não vou esperar nada de ninguém, vou trocar os passos com a solidão como sempre, pelo menos essa não machuca tanto. Na verdade minhas “esperas” me levaram para muito longe e nunca dei importância que o retorno seria sozinha, onde fatalmente me arrependeria de ter dista...