Pular para o conteúdo principal

PodemOos noS rEndEr?




April Fool’s Day

Se hoje é para se acreditar e festejar a mentira, brindemos por ela então!
Logo eu que abomino essa palavrinha, mas hoje ela simplesmente se faz necessária, afinal é seu dia de ilusão.

Só por hoje ria alto, sem vergonha...
Coloque os bichos pra fora e use a imaginação a serviço do susto e do sorriso.

Fiquem perplexos, mas depois se desmanchem... pois a verdade sempre vem a tona.
Diga sem pudor que ama a todos e se deslumbre com tamanha mentira,
Seja você, seja ela, seja ele, seja eu... não importa! A mentira tem a forma que você quiser...
É branca, preta, colorida - grande, baixa, mediana - é extensa como uma rodovia e pequena como uma velha estrada, use-a como quiser ou bem entender (é seu direito isso).

Sugiro que beba calmamente sua doce mentira e permita que ela entre em seu corpo, desvendando sua verdade, só por hoje...

Nesse exato momento você não precisa de mim, dele ou dela... você é apenas mais você.
Sem medo, forte, destemido, és como uma estrela única que brilha, chego a ficar sem palavras tamanha suas qualidades...


(aff... que mentira)

Prefiro fechar os olhos até a meia noite para não ver esse dia passar e não me afetar, prefiro apenas observar a brincadeira (criada na França, diga-se de passagem) daqui do meu mundinho real e gozar da certeza que o amanhã nascerá e tudo voltará ao normal...

Xô, mentira!!! Não és bem vida nem hoje e nem nunca!

by Jana

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Eita que os anos passam depressa demais. Massacram tudo. Sinto falta daqui. Do tempo bom, de varar madrugadas a fora, matutando com minha mente e percepção... Há anos não escrevo por motivos que nem sei. Talvez eu tenha fugido das palavras, do meu mundo particular e tenha me botado em órbita! Talvez essa fuga foi de encontro ao nada, mas agora quero estar de volta. Quero meu canto, minha segurança, quero minhas queridas palavras dançantes. ... Estou voltando! um 💋 na alma, JanNa

(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

Um MaL "absolutamente" NecEsSáRiOo

6/6/2008 16:20:27 O efeito terremoto já passou como previsto. Não sou de ficar me lamentando (apenas faço comentários de minha própria vida – e está aí o prazer em se postar). O pessimismo é notável em certos dias (poxa, quem não tem disso às vezes? – pelo menos euzinha tenho freqüentemente). Mas sou mais fissurada em dias perfeitos, coloridos e que me rendam pensamentos positivos ao encostar minha cabeça ao travesseiro no final do dia. Estou engasgada com uma situação que não sei ao certo como lidar, como resolver e isso já está dando uma certa pane no meu sistema... Queria ter o livre arbítrio em gostar ou não de alguém (nessa vida a única coisa que não temos o direito de decidir é isso, grande injustiça!). Se a escolha dependesse de mim, escolheria não amar ninguém. Pouparia-me desse mal, dessa doença sem cura. O pensamento do leitor me bateu fundo... “Essa mina só fala de amor, de romantismo e banaliza o sentimento como fosse algo nojento, sujo, a qual não encontramos o prazer”....