Pular para o conteúdo principal

ReFliTaAa



Nosso medo mais profundo, é reconhecer que somos inconcebivelmente poderosos....
Não é a nossa escuridão e sim a nossa luz que mais atemoriza (...).
Ao permitir que nossa luz se irradie, estamos permitindo, sem nos dar conta, que outras pessoas façam o mesmo.
Ao nos libertar dos nossos medos, nossa presença automaticamente liberta os outros
“Nelson Mandela”
P.s.; Gentiii! Foi maussss, mas esqueci de postar uma palavrinha aqui ontem sobre o niver da minha irmãzinha Loh.
Ontem ela completou 16 aninhos (eitaa idade boa) e como eu me sinto meio mãe dela, imagina como ficou meu coração né?
Poxa, ela é tão importante pra mim... tão necessária na minha vida que eu não posso querer menos que ela seja muito feliz e que conquiste todos os sonhos, pois sua luz é extremamente bela.
Loh, te amo muito, muitãooo mesmo.
Parabéns minha florzinhAaa!!!
by Jana

Comentários

Wagner Trindade disse…
OIe...

Tudo bem!?
Quando nos sentimos bem, saber bem mesmo com aquele sorriso , aquela alegria , aquele humor, aquela paz espiritual passamos tudoOOO isso para as pessoas que estão ao nosso lado!!!

Loh saudade de vc! Lembro que antes de falar vc pensava mto kkkk essa foi a impressão que tive de vc, meiga um amor de pessoa, ja sua irmã kkkkk pensa rápido e depois pensa de novo hahahaha Feliz niver Loh que Deus te proteja e conceda paz por toda sua vida!
bjuz meu viu

Fica com Deus !!!!

Bjuz Jane

Postagens mais visitadas deste blog

(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

PlAnO B

Ressurge então essa idéia, a de incorporar certas decisões ao longo desses meus 27 anos e definitivamente entrar de cabeça! Falo sentimentalmente é claro, pois já que não encontrei as chaves das incógnitas, que elas cheguem atraídas pelo imã da decisão oportunamente certa. Sábios os conselhos (e há os que dizem que eles supostamente não são concretos numa vida – pura ilusão), pelo menos para mim são razoáveis e sustentáveis. A atração física é um mal desde que o mundo é mundo - “mal necessário, sem dúvida e muitas vezes sem lógica, pois o desejo carnal se vai com o ato concretizado e pelo suspiro de alivio" – Passou... Já era! O problema maior está cravado (e com raiz) na mente. É ela quem determina a busca, fantasiando, iludindo, rindo do seu (do meu) fracasso. Temos que ser contraditórios. Evoluir, crescer, liderar essa massa de neurônios que se dizem ‘apaixonados’ e retomar de vez o controle da situação. Erros e acertos, eis a questão! Peco quando estou embriagada de sentimenta...

** AnCoRadO à VoCê **

Eu sei lá, não sinto vontade de falar de mim... de você ou de qualquer coisa que evidencie meu estado... Só quero sentar na grama e ouvir a natureza pulsar sua vida... que tranquilamente vai me sugando e como numa fotossíntese, tentando   me devolver melhor... Estou indo longe para poder achar essa troca justa.   Fugindo do tempo e de seus segundos... Desejando o desaparecimento dos meus sentimentos. Desejando desligar o automático, desejando uma brecha onde se possa entardecer minhas razões e entregar os pontos. E se fazer tudo novo. É isso que busco na paisagem, no horizonte. Ou em noites escuras onde a lua apenas, ilumina meus caminhos... Então as palavras se calam. Assustam e perpetuam-se numa masmorra intima. Apenas nossa. Já nem tenho forças para salvá-las ou deixarem libertas. Pois nem eu mesma quero ouvi-las.   “Eu acredito” Que amanhã vou sorrir, que não vou te encontrar, que não sentirei sua presença simplesmente pelo toque do ar frio no meu corpo...