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** Imperfeições **



Somos imperfeitos sempre quando agimos contra a própria vontade.
Somos imperfeitos porque talvez julgamos amar, odiar e nos permitimos a se magoar.
Sim, assuma...

O que é errado?
Se entregar e voar com asas imaginárias materializadas pelo coração?
Não. não é errado nada disso e muito menos acreditar.

Dou asas não somente ao que carrego no peito, mas a sonhos, fantasias, crendices, sensações e as tais emoções. Sempre vale a pena errar mais um pouquinho se for assim. Pelo contrário, que vida teria estas linhas se não fossem livres das minhas vontades?

Tudo segue o rumo em fração de segundos... 
É uma constante de areia escorrendo entre os dedos a cada momento... e por mais que se deseje se prender, se agarrar só se está perdendo tempo...
... e o tempo se escorre, não se prende minha gente!

Lamentavelmente sei disso ou sabemos.
Mas a opção às vezes é ser indiferente. Pois somos egoístas a tal ponto de acreditarmos que algo ou alguém se prende a nós.
Não há prisões, não existem amarras: não se cola, se gruda, se pregue ou se nasce interligado a fios e/ou correntes...

Criamos os estereotipos de citar as prisões interiores (e é apenas disso que estou falando).
Do que está inatingível aparentemente. Do que está seguro, MAS NÃO PRESO.
O sofrimento cria-se, mas pode lhe dar asas.
A felicidade pode permanecer, mas sempre, sempre vai dar suas voltinhas e nos abandonar oprimidos.

O que flui mesmo é o espírito feito vento suave, deixando apenas o querer do sentimento.
O querer de estar, de permanecer...

Enfim,

Eternizado ficam as lembranças do quase agora, do ontem, do que se passou há tanto tempo...
Então os passos seguintes nos deixam a sensação de termos correntes presas. Passos que ficam pesados e que muitas vezes chegam a derrubar ilusoriamente.

.. Mas se olhares bem, VOCE SEMPRE FOI LIVRE!
                                    Imperfeitamente...


by JanNe
(de volta a rotina e aos meus posts queridos)


Comentários

End Fernandes disse…
Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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(...)

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