Pular para o conteúdo principal

** FragMenTos CoNtinUam **


"A razão por que a despedida nos dói tanto é que nossas almas estão ligadas. Talvez sempre tenham sido e sempre serão. Talvez nós tenhamos vivido mil vidas antes desta e em cada uma delas nós nos encontramos. E talvez a cada vez tenhamos sido forçados a nos separar pelos mesmos motivos. Isso significa que este adeus é ao mesmo tempo um adeus pelos últimos dez mil anos e um prelúdio do que virá."



 ...Mais uma vez apelei para essa música e para ‘fragmentos’ de um livro... Mas foram tantas as palavras nele que fizeram um contraste colorido com as borboletas que povoam aqui dentro, que me senti na obrigação de postar (já que havia prometido também rs). De todos os poemas e versos que li, acho que esse foi o que mais ficou gravado na minha memória... Talvez eu até tenha dito algo do tipo em algum outro momento e agora eu reafirmo: em outra vida vamos acertar e esperarei até lá...
Pois o melhor é o que temos hoje. Algo que não dá pra se medir... Queriamos muito mais eu sei também. Mas não adianta ir contra a natureza das coisas.
O importante é o que a alma deixa escapar o que sente...

I miss you!
Mega beijos
JanNe

Comentários

End Fernandes disse…
E quantas vezes for preciso a gente pode se encontrar por que sentimentos assim a gente nao consegue viver em uma só vida mesmo.

e pelo visto nao vai ter jeito eu vou ter que ler esse livro mais cedo ou mais tarde =].

(tava até com saudade de comentar aqui)

Bjuuus Jana
te adoro
tudo de booom meu anju
sempre
(F)
Janaína Pupo disse…
Eu viajo em suas palavras, adoro seus escritos. Minha flor, estou com uma enxaqueca danada, por isto estou passando rapido aqui hoje.
Beijos amada.
Anônimo disse…
Lindo seu cantinho... Parabéns!!!
Beijinhos
juniorypriscila@hotmail.com
http://contoseroticosdejuniorypriscila.blogspot.com/
♥ Xand@ ♥ disse…
Ehhhh amiga...foda, rs

Te amo, nega!!!
Um brasileiro disse…
ola. estive aqui dando uma espiada. muito legal. apareça por la. abraços.

Postagens mais visitadas deste blog

Eita que os anos passam depressa demais. Massacram tudo. Sinto falta daqui. Do tempo bom, de varar madrugadas a fora, matutando com minha mente e percepção... Há anos não escrevo por motivos que nem sei. Talvez eu tenha fugido das palavras, do meu mundo particular e tenha me botado em órbita! Talvez essa fuga foi de encontro ao nada, mas agora quero estar de volta. Quero meu canto, minha segurança, quero minhas queridas palavras dançantes. ... Estou voltando! um 💋 na alma, JanNa

(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

Um MaL "absolutamente" NecEsSáRiOo

6/6/2008 16:20:27 O efeito terremoto já passou como previsto. Não sou de ficar me lamentando (apenas faço comentários de minha própria vida – e está aí o prazer em se postar). O pessimismo é notável em certos dias (poxa, quem não tem disso às vezes? – pelo menos euzinha tenho freqüentemente). Mas sou mais fissurada em dias perfeitos, coloridos e que me rendam pensamentos positivos ao encostar minha cabeça ao travesseiro no final do dia. Estou engasgada com uma situação que não sei ao certo como lidar, como resolver e isso já está dando uma certa pane no meu sistema... Queria ter o livre arbítrio em gostar ou não de alguém (nessa vida a única coisa que não temos o direito de decidir é isso, grande injustiça!). Se a escolha dependesse de mim, escolheria não amar ninguém. Pouparia-me desse mal, dessa doença sem cura. O pensamento do leitor me bateu fundo... “Essa mina só fala de amor, de romantismo e banaliza o sentimento como fosse algo nojento, sujo, a qual não encontramos o prazer”....