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“Mais uma “Pãe” no mundo”

22/5/2008 15:11:00

O que escrever diante de um dia tão maravilhoso??? Pra começar, esse “esquecimento súbito” já invadiu o meu ser... (uma tremenda seqüela de uma separação premeditada – de minha parte é claro – não querendo se gabar de ato tão oportuno para essa pessoinha aqui). Nem eu mesma acredito (parando aki pra pensar) que “dei” oito anos de minha vida (logo oito, meu número de sorte). Cara, como pude?! Logo eu que não sou de me arrepender de nada que faço, não irei fraquejar em afirmar que tudo foi em vão... A Bruna foi o alicerce dessa relação (hoje percebo claramente). E quando pude ver que conseguiria viver apenas com ela sem ter que colocar em suas costas o peso que ela jamais carregou, eu corri atrás da felicidade.
A liberdade é doce como um vento suave no rosto.
Embora toda conseqüência (acho que acabei me saindo bem nessa história de ser “pãe” – é assim que a Bruna me chama – e também de ser dona do meu próprio nariz).
Só sinto falta de alguém do meu lado (estou falando nada mais, nada menos do que uma presença masculina rsrsrs) quando chega o final de semana e eu quero dividir minha semana... hehehehe (tô zoando)... mas é quase tudo verdade! A individualidade chegou e ficou. Eu não gosto de pedir opinião sobre o que vou fazer (vou e faço), eu não sei dividir meu canto com outro adulto (só há espaço para minhas florzinhas), muito menos curto dar satisfação da minha vida, seja o que for... pessoal, financeira, etc, etc... Concluindo... Devo ser mesmo um saco para agüentar como esposa novamente.
Só que tenho certeza que desempenhei bem esse papel quando me foi oportuno, só fiz a escolha errada. Se ainda estivesse naquela vida desgraçada (de ser politicamente correta) acho que estaria com 20 anos a mais.
Ah, mais vamos esquecer tudo isso (já estou em liberdade conjugal há quase três anos). Muita água rolou... Muitos rostos eu trombei nessas madrugadas a fora... O problema está em ter o dedinho podre para certas coisas... aff...

Prefiro curtir meu feriadão jogando conversa fora, tomando uma ceva gelada (pois virei adepta ao álcool e ao tabagismo – QUE COISA FEIA!)ouvindo qualquer coisa melhor que meu coração...

BjOooOoo


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(...)

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