Pular para o conteúdo principal

“Rotina Brava”

26/5/2008 16:25:50

Foi tedioso e nostálgico o final de semana. Saudade sabe lá do que ou de quem, eu só sei que não quis arredar o pé de casa (como se estivesse fugindo de algo) ou de mim mesma. Um lado fraco é me esconder quando estou aflita ou quando estou digerindo uma decisão – pois assim como todos os librianos natos, eu não me esqueço de ser indecisa, é óbvio.

O que me falta é sossego para pensar. A Bruna, meus pais, mais parecem um aparelho GPS – de última geração hein - em minha vida. Basta ouvir o barulhinho do portão abrir (quase que silenciosamente) e já ouço aquela perguntinha de doer: “- aonde você vai??!”. Cara, preciso de um tempo e não adianta me dizer para aproveitar as noites mal dormidas que não dá... De madrugada eu ‘realmente’ quero dormir, tipo, desligar os neurônios e todas suas terminações... (mas dona Luiza, 2ª flor, resolveu a esta altura do campeonato trocar o dia pela noite-aff) e está assim me fazendo ficar “ligadona” mais de 18h.
Estou em um certo nível de estresse que as pessoas falam, falam e tudo me parece mensagens decodificadas (sem sentido algum), mas sei que o problema está em não se dormir pelo menos 6h por dia.

Ah, sei bem que tudo isso vai passar (vou colocar aquele barraco no lugar e propriamente falando, dona Luiza no ritmo certo das coisas). Quanto à decisão, ela está quaseeeee em prática. Eu não queria que nada fosse assim mas chegou a minha hora...
Hora de sair do casulo...

BjoOo

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Eita que os anos passam depressa demais. Massacram tudo. Sinto falta daqui. Do tempo bom, de varar madrugadas a fora, matutando com minha mente e percepção... Há anos não escrevo por motivos que nem sei. Talvez eu tenha fugido das palavras, do meu mundo particular e tenha me botado em órbita! Talvez essa fuga foi de encontro ao nada, mas agora quero estar de volta. Quero meu canto, minha segurança, quero minhas queridas palavras dançantes. ... Estou voltando! um 💋 na alma, JanNa

(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

Um MaL "absolutamente" NecEsSáRiOo

6/6/2008 16:20:27 O efeito terremoto já passou como previsto. Não sou de ficar me lamentando (apenas faço comentários de minha própria vida – e está aí o prazer em se postar). O pessimismo é notável em certos dias (poxa, quem não tem disso às vezes? – pelo menos euzinha tenho freqüentemente). Mas sou mais fissurada em dias perfeitos, coloridos e que me rendam pensamentos positivos ao encostar minha cabeça ao travesseiro no final do dia. Estou engasgada com uma situação que não sei ao certo como lidar, como resolver e isso já está dando uma certa pane no meu sistema... Queria ter o livre arbítrio em gostar ou não de alguém (nessa vida a única coisa que não temos o direito de decidir é isso, grande injustiça!). Se a escolha dependesse de mim, escolheria não amar ninguém. Pouparia-me desse mal, dessa doença sem cura. O pensamento do leitor me bateu fundo... “Essa mina só fala de amor, de romantismo e banaliza o sentimento como fosse algo nojento, sujo, a qual não encontramos o prazer”....