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ErRoS ou AcErtOs

segunda-feira, 10 de novembro de 2008 17:19h

Comecei a segunda chutando o balde literalmente. Encontro-me já há alguns dias meio que de saco cheio, sem muita paciência para pessoas e coisas complicadas. Nada pessoal, mas a paciência definitivamente não é minha praia. Gosto de praticidade, sintonia de pensamentos.
Talvez seja um período de turbulência, eu sei.
Eu me sinto estranha, como se tivesse brigado com o mundo.
Resolvi deixar o ‘sol’ de lado e assumir de vez a minha noite.

Por enquanto ele brilha em outros horizontes, não estou com saco para esperar que brilhe em mim...
Fiz muitos planos para mim (e isso incluía deixar a vida sentimental de lado, já que os erros foram tantos). Abri uma exceção, mas a incerteza é tamanha que me faz recuar. Eu não consigo ‘não planejar’, ‘não sonhar’. Esse negócio de deixar a vida rolar só tem sua real importância para aqueles que vivem de momentos.

Uma pena!
Já que algo mudou, não posso negar.
Como sempre, fecho a porta e deixo a chave sem que ninguém note... Estou de saída antes que seja tarde para mim, mais uma vez.
Saio antes que eu fique com a sensação de uso indevido. “Ele é perfeito”, o foda é esse meu lado espiritualista que não me abandona e me faz absorver seus sentimentos os quais me reduzem a um mero remédio potente, que apenas alivia sua dor (quando necessário).

Cara, a raiva que sinto dessa minha inconseqüência é nítida e desce pela minha garganta atravessada. Por que erro tanto comigo? Tem de haver uma explicação.
Sim. Eu posso estar falando besteiras, mas é como certas emoções me chegam.
Embora rude, procuro ser sincera. Se nada é por acaso, não serei doida a ponto de viver por viver. Afinal, esse não é meu lema e muito menos meu objetivo a essa altura dos meus 27 anos.

Radical?? Que nada. Essa sou eu!!!

BjoOO
E da-lhe estágio, aff... outra estória complicada. Fala sério!!! rsrsrsrs

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(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

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