Pular para o conteúdo principal

MuNdInHoOo NeGrOoo

Estou em devaneio. O dia está desbotado, meio sem graça mesmo. Pra ser mais objetiva, estou triste (nem parece, pois ninguém ainda percebeu isso em mim), talvez eu esteja ficando craque em enganar os olhos alheios... Mas não faço isso por maldade, apenas não estou a fim de dividir com as pessoas uma melancolia que vem de algum lugar tenebroso dentro de mim.
Sou assim. Já me acostumei. Hora bem, hora perdida em algum lugar que costumo chamar de meu mundinho...
Isso tudo porque sei que vou perder algo que ainda nem conquistei de fato, que estava tentando lapidar com a esperança de achar um diamante. Mas o que vejo é só lama.
Posso escrever de mim (sei meus pontos fracos, saberei descrever o que me faz feliz em uma única frase), mas lidar com os outros é uma tortura (desisto agora da psicologia, a qual seria um hobby ou continuo a sonhar com aquilo que escorrega entre meus dedos, feito areia ou feito água?).
“Desistir” (no dicionário quer dizer, ‘Renunciar a algo ou alguém; não prosseguir em ação, atitude) – na real, eu não suporto essa palavra. Mas ela é sensata no momento.
Eu não sei nem ao certo o que estou dizendo, tamanha é a confusão que me encontro. Almejo algo e para ser feliz precisarei desistir disso ou daquilo, mas sei que ficarei como uma menina que tem sua boneca roubada.
Ah, como uma pessoa pode em um dia estar vendo estrelas de tudo quanto é cor e no outro não enxergar nenhuma luz, nem uma pontinha iluminada, nada? Relativo? Coisas da vida.
O melhor agora é esquecer assuntos que só o final de semana irá resolver.
Amanhã é o dia da semana que mais gosto, estarei sim positiva (espero).
Por hoje é só... As palavras negras e sem vida teimam em ficar, mais serei eu mais forte... Parando... Desistindo por aqui...

BjOo
Jana

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Eita que os anos passam depressa demais. Massacram tudo. Sinto falta daqui. Do tempo bom, de varar madrugadas a fora, matutando com minha mente e percepção... Há anos não escrevo por motivos que nem sei. Talvez eu tenha fugido das palavras, do meu mundo particular e tenha me botado em órbita! Talvez essa fuga foi de encontro ao nada, mas agora quero estar de volta. Quero meu canto, minha segurança, quero minhas queridas palavras dançantes. ... Estou voltando! um 💋 na alma, JanNa

(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

Um MaL "absolutamente" NecEsSáRiOo

6/6/2008 16:20:27 O efeito terremoto já passou como previsto. Não sou de ficar me lamentando (apenas faço comentários de minha própria vida – e está aí o prazer em se postar). O pessimismo é notável em certos dias (poxa, quem não tem disso às vezes? – pelo menos euzinha tenho freqüentemente). Mas sou mais fissurada em dias perfeitos, coloridos e que me rendam pensamentos positivos ao encostar minha cabeça ao travesseiro no final do dia. Estou engasgada com uma situação que não sei ao certo como lidar, como resolver e isso já está dando uma certa pane no meu sistema... Queria ter o livre arbítrio em gostar ou não de alguém (nessa vida a única coisa que não temos o direito de decidir é isso, grande injustiça!). Se a escolha dependesse de mim, escolheria não amar ninguém. Pouparia-me desse mal, dessa doença sem cura. O pensamento do leitor me bateu fundo... “Essa mina só fala de amor, de romantismo e banaliza o sentimento como fosse algo nojento, sujo, a qual não encontramos o prazer”....