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Nda d +

Sabadão, 16:47h

Se há algo bom para se fazer hoje a noite que me gritem!!!
Estou precisando esfriar a cabeça, colocar as idéias no lugar, pois surgiu-me um probleminha inesperado com a Brunynha que ainda não sei como lidar.
Filhos... quem melhor para entendê-los do que não as mães? A gente espera nove meses sua chegada, toma todos os cuidados, engorda, engorda e mesmo com todos aqueles piripaques habituais de uma gestante (pressão alta, inchaço, peso, fadiga, dores a rodo, depressões - afinal seu corpinho já não é mais e nunca será o mesmo - agonias, tristezas, medos, etc, etc... assunto pra mais de metro)... ainda assim, vc ainda é capaz de amar com tanta loucura aquele ser tão desconhecido. Crescem e lá vem as batalhas (cara, porque não são sempre nossos bebezinhos cheirosos e que nos olham como a única pessoa desse mundo?).
A Bruna está crescendo... 09 anos mas com cabeça de 12/13 anos. Confesso aqui que estou rebolando para passar e afixar os famosos "bons princípios". Ser "pãe" não é nada fácil quando vc está na mira do tiro...
Mas tenho em mente que até agora fui capaz e serei daqui pra frente... nada me doerá tanto se eu achar futuramente que falhei. Não. Eu nem posso falhar, tenho uma segunda flor para dar água, luz e carinho em seguida.
Bom, mudando de assunto estou a-c-a-b-a-d-a... comemoramos no trabalho ontem nossa segunda festa junina (até de caipirinha eu estava hahahaha - mto comédia)... Gosto de ver o pessoal aqui reunido, é tanta conversa fiada que a gente nem se lembra do estresse (se der coloco um foto mais tarde)...
A sexta eu terminei apenas com a Luiza (a Bruna foi visitar o pai dela)... Minha cama nunca me pareceu tão sexy... hahahahahaha

Grande bjoOo
e Bom FDS à todos...

Jana

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(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

Um MaL "absolutamente" NecEsSáRiOo

6/6/2008 16:20:27 O efeito terremoto já passou como previsto. Não sou de ficar me lamentando (apenas faço comentários de minha própria vida – e está aí o prazer em se postar). O pessimismo é notável em certos dias (poxa, quem não tem disso às vezes? – pelo menos euzinha tenho freqüentemente). Mas sou mais fissurada em dias perfeitos, coloridos e que me rendam pensamentos positivos ao encostar minha cabeça ao travesseiro no final do dia. Estou engasgada com uma situação que não sei ao certo como lidar, como resolver e isso já está dando uma certa pane no meu sistema... Queria ter o livre arbítrio em gostar ou não de alguém (nessa vida a única coisa que não temos o direito de decidir é isso, grande injustiça!). Se a escolha dependesse de mim, escolheria não amar ninguém. Pouparia-me desse mal, dessa doença sem cura. O pensamento do leitor me bateu fundo... “Essa mina só fala de amor, de romantismo e banaliza o sentimento como fosse algo nojento, sujo, a qual não encontramos o prazer”....