Pular para o conteúdo principal

** Cadê aS cOrEs? **


Dias ausentes de mim.

Pareço acordar sem o que há de mais importante em mim, meu coração.

E o dia se estende sem graça, sem ânimo algum.

Foram-se as cores, foram-se o brilho, se foi certa alegria especial que pulsava em minhas veias.

Nada e ninguém compreende.

Sempre minha dor é algo insensato, desnecessária para uma pessoa como eu.

Será que tenho que ser inabalável até mesmo quando minha única vontade seria ficar comigo mesma... e minha saudade?

Poxa, vejo meus sonhos mais íntimos se perdendo,

Tento não chorar tanto quando sinto esse aperto profundo no peito...

Mas se estou só....

Estou em meu mundo.

Mundo de lembranças, de saudades e falsas esperanças.

Preciso de tempo para me acostumar com tudo isso

E coragem para encarar tudo novamente...

Mas como, se meu coração não está aqui?

Os dias serão eternizados e que tenho em minha frente é só incertezas, medo.

O retorno da alegria não depende dessa minha tristeza toda.

Dependo apenas que minha visão se altere...

Que veja novamente a minha cor preferida, que enxergue beleza aonde muitas vezes nem exista...

O que me incomoda é minha incapacidade em se mudar tudo isso.

Nada posso fazer. Nada posso mudar.

Pois minhas certezas estão aqui comigo, claras e donas da verdade.

Preciso alimentar a alma do que sinto extrema falta.

Queria mesmo acordar, acender as luzes e ter a certeza que algo em mim, bate, vibra...

E me faz viver!

(...)

by Jana

http://www.youtube.com/watch?v=ZGoWtY_h4xo


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Eita que os anos passam depressa demais. Massacram tudo. Sinto falta daqui. Do tempo bom, de varar madrugadas a fora, matutando com minha mente e percepção... Há anos não escrevo por motivos que nem sei. Talvez eu tenha fugido das palavras, do meu mundo particular e tenha me botado em órbita! Talvez essa fuga foi de encontro ao nada, mas agora quero estar de volta. Quero meu canto, minha segurança, quero minhas queridas palavras dançantes. ... Estou voltando! um 💋 na alma, JanNa

(...)

Em um período muito curto as descobertas são variáveis. Por exemplo, descobri que o esquecimento não é um ponto final de uma lembrança qualquer e sim uma mera reticência, das quais utilizo tanto em meus textos e de quebra nem havia me atentado do 'porquê'. A vida muda ou mudou (reticências) Eu mudei (reticências) O amor acabou (reticências) Notei que minhas reticências vem e vão como parte obrigatória. Desde o inicio ao término de uma frase... lá estão elas. Sem contar que mentalmente as utilizo mais do que o necessário no mais profundo silêncio. O que me cabe nessa vida é apenas o singelo poder a curto prazo: o meu agora (nesse exato momento). E nem me sobra tanto para glorificar-me. O passado foi vivido. Saboreei cada gole, me fartando do destino para se colocar o começo, meio e fim para cada coisa vivida, como uma tarefa realizada com ou sem sucesso. O presente é reticência pura - nunca vou saber como vai terminar, afinal as incertezas diária...

Um MaL "absolutamente" NecEsSáRiOo

6/6/2008 16:20:27 O efeito terremoto já passou como previsto. Não sou de ficar me lamentando (apenas faço comentários de minha própria vida – e está aí o prazer em se postar). O pessimismo é notável em certos dias (poxa, quem não tem disso às vezes? – pelo menos euzinha tenho freqüentemente). Mas sou mais fissurada em dias perfeitos, coloridos e que me rendam pensamentos positivos ao encostar minha cabeça ao travesseiro no final do dia. Estou engasgada com uma situação que não sei ao certo como lidar, como resolver e isso já está dando uma certa pane no meu sistema... Queria ter o livre arbítrio em gostar ou não de alguém (nessa vida a única coisa que não temos o direito de decidir é isso, grande injustiça!). Se a escolha dependesse de mim, escolheria não amar ninguém. Pouparia-me desse mal, dessa doença sem cura. O pensamento do leitor me bateu fundo... “Essa mina só fala de amor, de romantismo e banaliza o sentimento como fosse algo nojento, sujo, a qual não encontramos o prazer”....