sexta-feira, 8 de abril de 2011

** ElAs VoAm + VolTaM **


Viver sem você é uma forma de viver muito esquisita
Uma hora encontro-me com as tais borboletas a povoar meu estômago
E num segundo depois elas desaparecem, causando certa náusea.

Tem dias que amanhece e sinto tudo colorido
O seguinte é cinza
E os demais imagináveis

Um vai e vem de sensações, de saudade...

Há épocas que esqueço
Outras, sou toda desse amor egoísta
Um bem e um mal presente

Sigo...

Na contramão, na direção, já nem reparo mais.
Apenas sei que viver sem você é como estar anestesiada
Dos próprios desejos e vontades.

Quando está preso na mente chego a sorrir,
Mas as lembranças sempre no final se espalham como água
Escorrem, molham... e caem!

Nada é pra sempre,
Mas tem coisas que ficam, ficam...
E como versos em folhas antigas se apagam com o tempo
Ele, o tempo
é o único que brinca e se distrai!

Sem se incomodar com meus tormentos surreais...

(by JanNe)

“BoOm final de SemanA gAleRa”
P.s.; Férias a vista UhuUuuuhhh!!





domingo, 3 de abril de 2011

** CoM ou SeM VoCê **


Não se importe com os críticos,
continue amando!
Nem vale a pena explicar,
Mas se deixe levar...

Sonhe com mais... mais...
Impressionante mesmo é o jeito que ele te olha [rs]
Apenas rejeite as sombras do passado
E quebre o espelho quando este insistir em te mostrar
O que não se quer lembrar

No calor de uma noite,
Brilhe nas buscas e se encontre nesse amor que pulsa
Sem medo,
Sem jeito

Se permita a vontade de merecer
E ame até amanhecer

O coração tem horas que grita por carinho
                           Dê-lhe!
Ofereça-lhe amor, paixão, ilusão... Mas alimente-o de alguma forma.
Deixe de ser cruel consigo mesmo.
Não vale a pena!

Afinal o amor não é nada palpável...
É meramente um vapor, que aquece ou esfria...
Que quando menos se espera,
Já se foi!

“Então o melhor é ser dele agora e não deixar pra depois”

                     by JanNe




sexta-feira, 1 de abril de 2011

** nA bAtiDa **



Às vezes a necessidade de sair do contexto é um imã potente.
E essa música sempre teve o dom de me [des]estabilizar.
Na mente uma confusão de emoções entre passado e presente dançando freneticamente e eu sentada num canto observando tudo.

Como numa balada, as luzes piscantes e coloridas intrigam e te convidam a uma entrega total.
É só uma questão de se fechar os olhos e deixar rolar.
Amenizo todos os problemas, amenizo as dores incuráveis, amenizo meus desejos, saudades... e conflitos internos.

Então no mesmo ritmo as tristezas e alegrias se entrelaçam. E vou colocando-as em seus lugares, vencidas pelo cansaço. Uma estratégia que sempre dá certo.

A musica em si é terapia pura e sou adicta delas.
E tanto faz os gêneros. Isso depende muito do que a mente precisa como calmante...

Neste momento, eu quero algo que me alivie os pesos atribuídos a minhas costas e coração. Preciso do descanso e essa música é só uma prévia.
O jeito é fechar os olhos e deixar que a mente se liberte e se permita o vazio: tem horas que é bom não pensar em nada... e como!

Mas o que me incomoda ainda esta lá... no escuro, entre a fumaça então fico planejando a próxima fuga... e outra, mais outra...
As coisas seguem dessa forma por enquanto e na verdade nem sei até quando (pois já esgotei todas as opções).

O fato é que se pode andar de mãos dadas com a razão e até soltá-la de vez em quando, mas o coração... ahh minha gente, esse é impossível. Pois o danado é persistente!

Sigo na batida!!!

Beijos na alma
JanNe