quinta-feira, 29 de maio de 2008

PaIxÃoOo sErVe PrA qUê??

29/5/2008 16:23:56

Olha só o que por acaso, acabei lendo e achei digno de ser postado para maiores comentários...

“Paixão é para se viver. Para se entregar. Para sofrer. Para gozar. Para rir e chorar. Para sentir uma infinidade de inexplicáveis sensações, umas boas, outras ruins. Frio na espinha, embrulho no estômago, desejo ensandecido, medo de ser traído, tonturas, arrepios, tremores. Paixão provoca visões: fogos de artifícios, finais trágicos, cataclismas, véus, grinaldas, tempestades ou dias de sol, independente do que está acontecendo no mundo lá fora. Paixão é feito montanha russa. È necessário tomar alguma precaução para evitar danos irreversíveis. No mais, é para se arriscar. Ou para se desistir dela.”

Caracaaaa! Isso resumi muitos corações que ainda não sabem que nome dar a tais coisas ou transformações tão inesperadas que sentem...
“Paixão” – eis a palavra chave! Eurekaaaaa... hahahahaha
Pra ser sincera (longe de mim filosofar qualquer tipo de assunto), a paixão é mesmo algo arrebatador... que machuca, modifica cada ser, desde sua atitude ao seu modo de pensar. Leva ao paraíso e a ruína como um passe de mágica. Deveríamos ter um manual de cada sentimento (mas será que surtiria efeito saber as conseqüências e os porquês de tudo?). Improvável.
O gostoso é dar a cara à tapa, é enfiar a cabeça no desconhecido e cair de cabeça nesse abismo misterioso.
Engraçado... Eu só descobri que era apaixonada por alguém depois de anos de esquecimento (só assim parei para pensar e dei nome naquela avalanche de sentimentos confusos que senti). Pra falar a real, acho que tive duas paixões até hoje... pelo pai da minha filha Bruna e uma outra aí que nem compensa citar. O resto foi fogo de palha (como preferem os antigos)...
Só resolvi falar de “paixão” hoje porque acho uma palavra bonita (embora todo seu teor desconhecido) e sem contar que é algo crucial para qualquer ser. Falando de mim, prefiro usar umas das palavras do texto... Afirmo sem a menor dúvida que estou em estado de cataclisma.

Um brinde aos apaixonados de plantão...
E um Tim-tim para os poetas (sinceros devotos do amor e da paixão)

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Um, DoIS, tRêS...










28/5/2008 16:44:46

Nada melhor do que um dia corrido (do tipo, NÃO TENHO TEMPO PRA NADA!) do que ficar envolto a pensamentos que não levam a nada e nem a lugar algum. Resolvi cuidar um pouco do corpo físico e esquecer da alma (mas que indiretamente será beneficiada com minha atitude, é claro).
Academia, exercícios, exercícios e mais exercícios... ufaaa...Cansativo só em pensar não é? Mas me sinto vigorosamente disposta (como se estivesse ligada a 220W). Após a perda de quase 20kg adquiridos numa gravidez bem sucedida, é hora de enrijecer as coisas não acham?
Não sou do tipo fanática, exemplo de mulher “bombada” (nada contra), mais acho bonito um corpo malhado e o meu está precisando ser agraciado com esse carinho. Até o meu estresse súbito dessa semana está em baixa porção.
Eu me amo (nossaaaa, quanto tempo não digo isso!!!), mas é a real. Gosto de mim e apertando aqui ou ali, dá pra voltar a olhar para esse corpinho cansado. A gente esquece de se cuidar, de se amar, de se sentir bem consigo mesmo (uma tremenda falha humana). O corpo é nosso veículo, temos o dever de cuidar dele e não fingir que nada está acontecendo, mesmo depois de vários sinais...
Ah, eu não acordei hoje achando que mudei. Apenas estou querendo (e pretendo dar continuidade) a mais um propósito esquecido pelo dia-a-dia.
Prefiro deixar pra depois assuntos que ainda não sei como resolver e que são de competência de minha alma, do meu pensamento, como certas decisões formadas em relação ao coração – o mais difícil é ser determinada como aqui escrevo – pois nessa coisa linda que bate 24h/dia no meu peito não dá pra confiar muito... Esse velho amigo já me enganou demais nos últimos tempos. Mas vou tentar... Aos poucos todo time já estará fora de campo, de olho em uma nova partida.
Bendito seja meu mui amigo “Di” que hoje acabou comigo (no bom sentindo hehehe) e me incentivou a cuidar de mim – por essa e por tantas outras que adoro esse molek.
Bendito seja o divino mestre por oportunidades feitas especialmente para mim... vlw.







BjoOoo
Jana

segunda-feira, 26 de maio de 2008

“Rotina Brava”

26/5/2008 16:25:50

Foi tedioso e nostálgico o final de semana. Saudade sabe lá do que ou de quem, eu só sei que não quis arredar o pé de casa (como se estivesse fugindo de algo) ou de mim mesma. Um lado fraco é me esconder quando estou aflita ou quando estou digerindo uma decisão – pois assim como todos os librianos natos, eu não me esqueço de ser indecisa, é óbvio.

O que me falta é sossego para pensar. A Bruna, meus pais, mais parecem um aparelho GPS – de última geração hein - em minha vida. Basta ouvir o barulhinho do portão abrir (quase que silenciosamente) e já ouço aquela perguntinha de doer: “- aonde você vai??!”. Cara, preciso de um tempo e não adianta me dizer para aproveitar as noites mal dormidas que não dá... De madrugada eu ‘realmente’ quero dormir, tipo, desligar os neurônios e todas suas terminações... (mas dona Luiza, 2ª flor, resolveu a esta altura do campeonato trocar o dia pela noite-aff) e está assim me fazendo ficar “ligadona” mais de 18h.
Estou em um certo nível de estresse que as pessoas falam, falam e tudo me parece mensagens decodificadas (sem sentido algum), mas sei que o problema está em não se dormir pelo menos 6h por dia.

Ah, sei bem que tudo isso vai passar (vou colocar aquele barraco no lugar e propriamente falando, dona Luiza no ritmo certo das coisas). Quanto à decisão, ela está quaseeeee em prática. Eu não queria que nada fosse assim mas chegou a minha hora...
Hora de sair do casulo...

BjoOo

“Renasci também”

24/5/2008 13:02:53


Tô vendo que o entrosamento entre o relógio e eu não vai ser hoje dos melhores... Mais um dia aqui trancada, feito bicho que só observa o mundo de sua gaiola. Gosto de estar no trabalho (mais como já disse, não fui feita para ficar trancada, mesmo que por seis horas). Nem preciso dizer como curtir minha licença maternidade, embora toda correria em cuidar da minha pequena e da outra também, os dias em casa foram bons, mas passaram-se tão depressa...
E falando em maternidade, essa segunda foi maravilhosa. Ainda não consigo escrever como foi à gestação (devido a toda pressão psicológica, todas as mudanças inesperadas), mas o nascimento da Luiza (que para mim quer dizer Luz) me trouxe um novo horizonte... Não dá pra olhar para aquele rostinho mágico e me arrepender de nada. Embora não ter recebido nenhum apoio moral ou o caralho a quatro eu fui firme até agora. As filhas são minhas. Não há pai que chegue aos pés delas e francamente, acho que elas não sentirão falta deles, pois nenhum é um exemplo positivo para tanto.
Quando a Bruna nasceu (nove anos atrás) eu tinha só 17 anos e um mundo desconhecido a minha frente... eu não sabia se cuidava dela ou de mim, acabei abraçando uma vida desgastante e que me fez crescer na raça. Fiz e faço tudo por ela. Abandonei meus estudos, abandonei meus amigos e uma vida de curtição só para ser uma boa mãe (mesmo não entendendo bolufas dessa vida loka). Muitas vezes a paciência me faltava (a Bú chorava dia e noite e por nada), acabei me tornando rígida com sua criação. Poxa, eu nem vi minha filha crescer... só trabalhava... achava que o casamento se resumia em ter uma filha arrumadinha quando o pai chegasse do trabalho, uma casa na mais perfeita ordem, roupas lavadas e passadas e uma boa comida na mesa... Nunca vacilei nessa ordem. Só vacilei comigo mesma. Eu esqueci da minha identidade e passei a viver apenas para minha filha (em seu bem estar) e para o marido (que eu achava o príncipe encantado da historinha). E como disse no post passado, eu acordei tarde demais (depois de oito anos).
Acordei um belo dia e vi que nada daquilo era o que eu havia sonhado ou queria viver... Eu desejei correr atrás de mim, mas colocar as peças no lugar foi um tanto complicado. Dei uma volta de 260º e coloquei tudo de pernas para o ar (que loucura!!!). Cara, aí sim descobri a vida. Em meio aquela zona eu me achei.
Nessa busca absurda eu conheci cada um... Cada figurinha digna de ser colocada em um álbum maluco. Passei a viver o agora com toda intensidade e talvez por tanta sede, morri de frente a fonte (hahahahaha). Sério! Eu tinha que ir para Caraguatatuba naquele dia profético de 25/02/07? Assisti o pôr-do-sol acompanhada de uma pessoa que já conhecia há alguns anos, mais que nunca havia tido a oportunidade de conhecer melhor... Muitas idéias iam e viam com as ondas, muita afinidade aflorando do nada, vixi, não tem que ser vidente para concluir o final... Passei o melhor mês da minha vida... Mas do céu fui ao inferno (por visita hein) rapidinhoOooo. Enfim, depois termino essa parábola.
Acabei me tornando cautelosa em assuntos que se referem a descobertas. Aff.. nem dá pra ser a mesma. Era pra ser dessa forma e não há nada que apagará certas atitudes escritas a caneta.
Não vou dizer que estou imune a certas doenças (porque o amor, a paixão são doenças)... prefiro ver tudo de um ângulo distante, para não acabar contaminada. Meu desejo? Ser feliz antes de mais nada. Viver me permite tempo para correr atrás dos prejuízos e é o que mais quero agora. Chegou à hora de esquecer o core S2 e lembrar da vida profissional e realizar uma porrada de sonho acumulado (aos poucos é claro).
Não fiquei sequelada com certas coisas, pois de tudo tirei uma boa lição, algo do tipo que um dia poderei dizer: -ah, eu sei como é ou - eu vivi isso! O que vale é a experiência, é o comentar sobre isso ou aquilo com a segurança de quem já experimentou da fruta no pé.

Aos meus amigos, um beijoOoo

“Sorriso em falta”

23/5/2008 13:28:05


Humor digno de ser jogado ao lixo (é essa minha vontade hoje, mas encontro-me sem forças para tal). Noite mal dormida? (ahhh talvez nem seja, pois há exatos seis meses que não sei o que é dormir uma noite inteirinha – dona Luiza não permite tamanha façanha). Melhor dizer que estou uma merda e ponto. Queria ouvir apenas... Nem que fosse um papo banal e sem cabeça (não valem os da Pitty é claro), mas algo diferente e que eu não fosse obrigada a fazer comentários.
Estou engasgada com um sonho (o de ter minha moto) e não poder dar andamento a isso está me matando. Só que antes de dar um passo além, dou uma olhadinha sem graça a minha volta e percebo (duramente) que ainda não é tempo (e tudo que deixo pra depois, parece ter o sabor de doce com sal, desce feito farinha pura pela minha garganta e odeio isso).
Mas tenho que ser realista.
Há duas florzinhas que dependem de mim.
Eu jamais lamentarei a existência delas (pois são os motivos da minha existência), mas ficar pulando sonhos feitos carneirinhos está sendo uma batalha interior gigantesca pra mim. Embora eu seja mãe, seja responsável e tal, eu às vezes tropeço nos meus 26 anos... e eles gritam como adolescentes rebeldes me mostrando o caminho inverso ao atual. Ah... que foda tudo isso!!!!
Não estou triste (longe de mim isso), eu só estou um pouco cansada e isso não tem nada haver com o caminho que escolhi... tem haver com certas coisas que não vivi e vejo passar na minha frente feito um filme que sempre quis assistir mais que nunca tive a oportunidade de vê-lo (to mesmo meio frustrada, só isso – natural -).
Bom, isso é só um lado da balança pesando mais que o outro, sem muitas conseqüências. Amanhã como sempre estarei 100%. O meu mundo estará perfeito como sempre foi, só estou com a vista embaraçada... A noite (maravilhosa) terá sempre um novo perfume, uma nova razão...

BjoOoo
Jana

“Mais uma “Pãe” no mundo”

22/5/2008 15:11:00

O que escrever diante de um dia tão maravilhoso??? Pra começar, esse “esquecimento súbito” já invadiu o meu ser... (uma tremenda seqüela de uma separação premeditada – de minha parte é claro – não querendo se gabar de ato tão oportuno para essa pessoinha aqui). Nem eu mesma acredito (parando aki pra pensar) que “dei” oito anos de minha vida (logo oito, meu número de sorte). Cara, como pude?! Logo eu que não sou de me arrepender de nada que faço, não irei fraquejar em afirmar que tudo foi em vão... A Bruna foi o alicerce dessa relação (hoje percebo claramente). E quando pude ver que conseguiria viver apenas com ela sem ter que colocar em suas costas o peso que ela jamais carregou, eu corri atrás da felicidade.
A liberdade é doce como um vento suave no rosto.
Embora toda conseqüência (acho que acabei me saindo bem nessa história de ser “pãe” – é assim que a Bruna me chama – e também de ser dona do meu próprio nariz).
Só sinto falta de alguém do meu lado (estou falando nada mais, nada menos do que uma presença masculina rsrsrs) quando chega o final de semana e eu quero dividir minha semana... hehehehe (tô zoando)... mas é quase tudo verdade! A individualidade chegou e ficou. Eu não gosto de pedir opinião sobre o que vou fazer (vou e faço), eu não sei dividir meu canto com outro adulto (só há espaço para minhas florzinhas), muito menos curto dar satisfação da minha vida, seja o que for... pessoal, financeira, etc, etc... Concluindo... Devo ser mesmo um saco para agüentar como esposa novamente.
Só que tenho certeza que desempenhei bem esse papel quando me foi oportuno, só fiz a escolha errada. Se ainda estivesse naquela vida desgraçada (de ser politicamente correta) acho que estaria com 20 anos a mais.
Ah, mais vamos esquecer tudo isso (já estou em liberdade conjugal há quase três anos). Muita água rolou... Muitos rostos eu trombei nessas madrugadas a fora... O problema está em ter o dedinho podre para certas coisas... aff...

Prefiro curtir meu feriadão jogando conversa fora, tomando uma ceva gelada (pois virei adepta ao álcool e ao tabagismo – QUE COISA FEIA!)ouvindo qualquer coisa melhor que meu coração...

BjOooOoo


quarta-feira, 21 de maio de 2008


21/5/2008 11:11:53

Quarta-feira nervosa! Amanhã estarei de folga (puts nem acredito). O que cansa não é o trabalho, mas sim ter que agüentar esse ambiente fechado (até o ar lá de fora parece ter parado), talvez sejam os anos aqui passados que começam a pesar...

Estou ansiosa, uma porrada de coisa na mente, um muro enorme construído em minha volta durante esses dias (estou falando sentimentalmente), mas que basta um simples gesto e tudo vai pro brejo. Já não tenho controle de minhas vontades (isso que o “X” da questão). Nunca me vi assim, nunca agi do jeito que estou. Embora minha opinião esteja formada, na hora em que preciso colocá-la em prática eu me traio. Tô numa grande confusão, isso sim. Às vezes odeio, outras me sinto como uma menina fanática... (caralho, já não tenho idade pra ficar em meio a tanta patiaria). Creio que uma hora isso tudo vai passar como chegou (do nada).

De uns tempos pra cá, meu desejo de trabalhar na área da enfermagem anda falando mais alto... foi tão difícil concretizar parte desse sonho que deixá-lo parado (feito um carro quebrado) chega a ser um ato de suicídio de minha parte (pois estou deixando esse sonho morrer a cada dia). Sinto saudades do contato com as pessoas, de ver nos olhos dos pacientes aquela gratidão por você estar ali (feito anjo)... É claro que nada é como um mar de rosas, mais a satisfação que obtive nos estágios é que me faz querer nesse momento fincar meus pés no chão nesse trabalho. Estou batalhando (aos poucos)... Algo me diz que essa realização profissional irá mudar muita coisa em minha vida... prefiro acreditar nesse “sexto sentido” e remar a favor da maré.

Mas vou dizer uma coisa certa... Carregar o seu mundo nas costas é complicadíssimo. São poucas as pessoas que conseguem, pois na maioria (como já presenciei bastante) abandonam o barco ainda na terra (sentem-se cansados antes mesmo de empurrá-lo para o mar). Eu admiro as pessoas que possuem a tal “força de vontade”, que lutam por um objetivo e que dão o sangue para ver esse ou aquele sonho concretizado. Como li em um livro, a felicidade não é desse mundo. Por isso que passamos a vida toda correndo atrás dela, como um vício mais absurdo. O que existe é a felicidade momentânea... Todos a temos e por um vacilo a perdemos e lutamos para adquiri-la novamente... “Cara preciso mesmo é fazer psicologia para entender melhor esse mundo interior maluco!!!” (mais aí já é outra estória).

Bom, o relógio parece colaborar com minha ansiedade de ir embora. Falta pouco, muito pouco para se iludir com minha folguinha e aproveitar o amanhã (esse dia já está quase pago, graças a Deus).

BjoOoo
Jana










terça-feira, 20 de maio de 2008

eU mEsMaAa



19/5/2008 13:46: 39

Após um período de férias (das palavras e do mundo) eis-me aki mais uma vez montando (com todo carinho) esse diário virtual. Prefiro dispensar as apresentações formais e dizer apenas que sou Janaína (mas que prefere ser chamada de Jana, talvez pelo jeito suave de se pronunciar meu nome e me traduzir melhor). Aos vinte e seis anos, com um livrinho de história na bagagem, essa ex-porra loka com duas filhinhas lindas a tira colo e um coração pra lá de otário, vai tentar contar aki parte do seu dia-a-dia.

Sempre curti escrever (na maioria banalidades é clarooOoo) mas pra quê guardar palavras quando elas te sufocam e ficam gritando na mente para serem expostas???
Então pego minha caneta, meu caderno e lá passo horas... depois é só postar...

Hoje (em meu primeiro pôster) prefiro falar um pouco de mim (vcs não acreditam, mais já estou aqui há horas), e é como se estivesse em frente a um espelho e fosse obrigada a ver meus defeitos e qualidades, reviver situações boas e outras ruins de uma só vez... É complicado isso e nada, nada fácil.

Profissionalmente: trabalho em um call center (coisa que odiava no começo, mais depois de uns aninhos) passou a ser a minha segunda casa.

Fisicamente: ahhhh, chato dizer, mais me considero uma mulher normal (nem bonita, nem feia. Nem gorda, nem magra, nem amarela, nem azul), apenas normal.

Sentimentalmente: em meio a uma tempestade. Pisando em um campo minado que eu sei (o pior é isso), sei que não dará em nada ou lugar algum.

Espiritualmente: me descobrindo... adepta ao kardecismo (pois acredito que não estamos nesse mundão de meu Deus por acaso) e também não posso ignorar certas coisas que acontecem comigo.

A Família: é essencial. Não saberia dizer quem sou, sem antes lembrar da boa infância (difícil financeiramente eu sei), mas tive e tenho os melhores pais do mundo e os irmãos que Deus escolheu com carinho pra mim. Sem mencionar minhas filhotas (Brunynha e Luiza) que são meu céu, meu chão e todo meu horizonte sem fronteiras...

Como pessoa: vocês irão descobrir... Mas pra despertar a curiosidade diria que sou um misto de tudo...

Bom é isso aí (devo ter ultrapassado o limite de caracteres, se é que existe)... o melhor é deixar o tempo rolar e aproveitar o sol de amanhã, porque o de hoje já está com seus minutinhos contados...

Grande beijo
Jana