quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

** Eeeee PxãOo **


Ah acordei como o sol... brilhando, cheio de vida... e quente...
... Apaixonada... (pelas coisas, pessoas e pela vida)...

Sim. A paixão tem outra cara agora (se penso, penso com carinho apenas e me entrego a essa coisa boa).

O coração está aberto, está leve e livre de pesos. Apenas se sentindo massageado...

Não adianta fugir do que se bate aqui dentro...

.......................................................... Eu só queria estar do lado de Madri.....
saber como está, ver seu sorriso mais uma vez, sentir seu cheiro... viajar na menina dos seus olhos... nem que fosse daqui de São Paulo... sem que lembrasse mesmo que estou sempre ali!!

Esse adeus está carregado de saudades!!!

by JanNe


domingo, 26 de dezembro de 2010

** SeM esPaçOs **


Aflijo-me pelo céu em desatina lastima...
Um choro que molha a terra e que vem lá de cima sem prévios anúncios.
Chega. Molha. Umidifica o que (aquele) que está seco.
Trás um pouco de maciez a alma.

Choramos juntos.
Por dias intermináveis, por lembranças que ficarão nesse tempo.
Nada irá saltar com o vento para o novo.
E como folhas secas, voarão para algum lugar especial do passado.

Deves-se ficar, toda saudade. Todo amor dado. Toda dor sofrida.
E os muitos sorrisos que se alegraram a alma em curto espaço.

Ah! Eu esqueci?
Não. Mas ficarás aqui.
Os lugares para a nova viajem estão ocupados e não há brechas para tormentos conhecidos.
Prefiro virar a página e te deixar em algum lugar desse velho ano mesmo.
Talvez em Maio passado...
E para sempre ali meu desagrado.

A brisa renova e trás um sorriso inocente.
Conhecido até, mas esperançoso de sei lá o que.
Como saberei se não arriscar?
Não há como, apenas redesenhar.

O jeito é saltar com os pés soltos, flutuar no vazio e se acalmar.
Sou mesmo assim... visceral até quando olho pra mim.

Deprecio meu estado súbito de sair daqui com alguma coisinha qualquer. Uma lembrança quem sabe, um pouco desse amor que desprezei.
Mas o frio da alma não me contenta e sim condena.
Esquenta-me o desconhecido, o que há por detrás dessa passagem.

Nuvens suaves. Céu azulado. E sonhos remodelados.
Hora de correr em busca deles. Soprar-lhes vidas... ou minha própria vida.

Quero morrer quando os artifícios tiverem rasgando o céu. Mas não morrer de morte morrida, mas morrer pelo que já fui e pelas angustias que juro, não merecia.
Quero chorar expandindo meus pulmões como se fosse a primeira vez...

Um novo suspiro. Uma nova razão.
Sem criticas, sem culpas e/ou culpados.
Apenas um novo viver.


-         by JanNe






sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

** EnTaUm eh NatAl **


hO hO hO hO

É (quase) Natal e nesse dia onde as almas encontram-se de braços abertos para novas esperanças, sugiro que fechemos os olhos e deixemos essa coisa boa nos invadir o ser... Como um vento suave no rosto que vem do ‘Criador” nos dar um beijo.
Deixe sim a esperança de dias melhores se aproximar de mansinho e fazer morada no coração e sorria...
Pois Deus nos criou para isso... Para Acreditar... Sonhar e Amar.
Nós é que fazemos sempre tudo errado + pra isso você  e eu ganharemos daqui muito em breve ‘novos’ 365 dias para tentar consertar tudo e nos transformarmos melhores em cada amanhecer...

Não desperdice essa chance... sejamos felizes...

Feliz Natal à todos
E um beijo profundo a alma

- by JanNe -

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

** QuEro MesMo vivEr o meu Viver **


Findados (quase) os tais 365 dias e eis que me senti meio caquética, meio velha sei lá.
Seria isso o ‘peso da idade’? Mas por outro lado minha alma parece mais uma menina mimada, problemática e risonha (Ráh, confuso isso, to ligada!).
A real é que o real assusta. Os anos afundam tua mascara na água e de lá sai toda enrugada e murcha... muito louco isso.
Difícil mesmo é encarar os passos largos da idade com naturalidade, sem antes dar os famosos ‘pitis’ ou lá se ter mesmo um ataque de histerismo ou neurose a flor da pele.

Aiiii! Penso mesmo é que quero gritar!!! Mãeeeee...  hahahahaha
(é o famoso: rir para não chorar).

Uma grande tolice, mas embora a pratica de se encarar a teoria do tempo seja BEMMM MAIS FACIL, sinto os neurônios pifarem quando esbarro no presente e dou uma piscadela pra futura velhice. Que grande pesar sinto quando me lembro que não tenho mais 09, 13 e os inesquecíveis 15 anos. Claro que depois dele, os anos saltaram feitos coelhos assustados e assim se foram. Não há muito que lembrar, a não ser comparar o ‘ANTES (Up) e o DEPOIS (Down)’ em fotografias esquecidas numa caixinha de lembranças.

(agora não sei se dou gargalhada ou choro aquele choro inconsolável, mas quase que conformado).

Estou com os pés balançando na piscina dos trinta e juro (que mesmo faltando quase que um ano para cair de vez nessa água abundante) estou meio apavorada com a idéia. Ta certo que ganhei uma porrada de coisas boas em troca de lá para cá... tais como experiências inimagináveis e fundamentais para meu crescimento interior... Mas (quem está perto ou já passou) sabe muito bem da aflição que essa troca de década causa no espírito de uma pessoa, ainda mais nós mulheres rsrs.

Pode parecer paranóico, mas o ‘buraco é bemmm mais em baixo mesmo’. Decadência a vista! E um bando de gurias assustadas – como eu – com medo que o navio da vida atraque em terras desconhecidas.

É meu amigo ou minha queridíssima companheira leitora... os anos passam e nos esmagam sem dó. O rostinho que antes era típico de uma boneca de porcelana já começa a dar sinais de uso, excesso de maquiagem, de sorrisos ou até mesmo choros (in) voluntários. E assim que venham as tais rugas nos deixarem alienadas por potes e mais potes de cremes joviais com promessas de casamento perfeito (ainda me recuso a isso, com certeza). O thauzinho então, já não é mais o mesmo e se torna o vilão da espontaneidade (balançar os braços seja lá por qualquer motivo tosco, JAMÉ hehehehe a não ser que tu vires uma ratazana de academia, mas ainda assim necessita de muitooo tempo como seu aliado, mas nesse caso ele é e será sempre o monstro do Lago Ness – se conformem!).

Falando assim até parece que já me sinto com 70 anos infláveis a uma alma de vinte e nove. Não é isso. Na verdade só estou satirizando uma conseqüência futura, nada mais. Claro que ter ‘quase’ trintão me faz sentir uma mulher poderosa, afinal foram-se os grilos de adolescente e inseguranças de uma adulta pré formada e se instalaram a mulher que hoje sou (e que cargas d’águas sinto muito orgulho sim).

O importante mesmo é saber que deixo essa menina sair de dentro de mim quando estou me sentindo feliz – como agora. Se ela vai querer se olhar no espelho e se sentir poderosa é com ela essa decisão, mas por hora é apenas sua vivacidade que me deixa bem, assim como sei que todos têm um guri (a) embutido (a) a alma prestes a sair pulando fazendo estripulias.

A única diferença é que agora sei controlar os impulsos e viver adequadamente o momento sem ter tantas paranóias como antes. Sei o porque de cada ruga que de mansinho vai delineando minha face. Ainda não tenho cabelos brancos, mas sinto a cabeça cheia deles quando estou triste ou então quando aquelas minhas florzinhas resolvem me chamar de ‘mãe, como você é coroa’ (isso quebra qualquer boa juventude, te juro). Mas é tudo conseqüência.

Só sei mesmo é que a carcaça vai passar eu querendo ou não... Mas a alma ficará. Intacta, como a escolhi em outras vidas, afinal a essência é a mesma, basta cuidar direitinho dela e colocar sementes boas no inicio para que o caminho... lá no meio ou final sejam FLORIDOS.

Pois o tempo devora!


Beijos na Alma
-         by JanNe








terça-feira, 21 de dezembro de 2010

** é tdO q prEcisaMos **


Retorno a Inocência.

Se de alguma forma isso é possível, eu sinceramente não sei. Mas cheguei bem perto.
Dei um tempo a tudo que ando passando e entreguei meu coração para que fosse massageado por alguém muito especial. Sim, momentâneo ou não, fiquei bem.

Há pessoas que surgem para se fazer a grande diferença em um momento ou simplesmente para se ‘preencher’ lacunas expostas.
Claro, claro... os pezinhos estão fincados ao chão, como uma macieira e suas raízes profundas. Não é o esperado para o amanhã, sabemos disso. Mas é o que faz o impossível para buscar meu sorriso diante das minhas lagrimas e nem sei por cargas d’água, ele me encontra em meio a esses escombros e me dá a mão.

APENAS ACEITO. E isso vem me transportado a momentos surreais, bons e verdadeiros. Diferentemente do que carrego aqui no peito. Uma avalanche de estórias mal sucedidas, mas que prefiro deixá-las para lá. Lembro-me delas em dias cinzas, mas como o sol se faz presente em quase toda manha, é melhor agarrar-se a vivacidade do radiante.

A inocência pode ser manchada e ate perdida. Mas em algum lugar se esconde. No intimo, no profundo... e ela estará lá sempre. Pronta para ‘anestesiar’ pessoas com seus bons fluidos e fazer de momentos remédios potentes.

Sorri feito adolescente despreocupada. E me senti feliz por saber que o calor humano me trás emoções outrora esquecidas. Às vezes, acho mesmo que levo tudo a sério demais. Que vivo intensidades incalculáveis e dou a elas muito mais de mim do que recebo. Um erro talvez ou mera qualidade.
Amor – devoção
Sentimento – emoção
É assim que vejo.
E me machuco por desejar que tudo esteja na mesma balança e como na música, esqueço-me de olhar aqui dentro.
Mas como mágica, a alegria me olha debruçada na janela até que eu a perceba e corra ao seu encontro.
Estive ausente por longas noites mal dormidas. Mas o momento me fez presente.
E tudo que desejo é que permaneça esse abstrato de cores e que meu caminho seja tão colorido quanto minha alma hoje acordou...



-          by JanNe



sábado, 18 de dezembro de 2010

** O muRo está Aki **


14:21h – Tempos assim me deprimem a alma e todo o resto. Chuva, neblina... e de quebra tudo cinza. Tive que tomar um banho da chuva para ver se purificava meu ser de alguma coisa boa e em certo ponto eu nem sabia o que era chuva ou lagrimas que me molhavam.
É hoje estou assim, meio fora de mim. Só espírito.

Percebo que não estou bem quando não sinto vontade, ao acordar, de sair do aconchego da cama ou então ouço repetidas vezes à mesma música. O engraçado que ao verificar a letra, todas tem algo em comum com meu momento... então passo o dia com ela a tira colo.

Deixo-me levar sim, afinal não se tem como fugir de você mesmo.
Em uma conversa franca com minha filha na noite passada, fui obrigada a me transportar a um passado mais que passado... minha infância.
É complicado quando se tem apenas coisas tristes para se relatar e demonstrar de onde veio toda essa maturidade excessiva e ao meu ver, desnecessária. Eu teria crescido da mesma forma se tivesse uma pitada a mais de fantasias. Mas o mundo insistiu em ser real, mesmo quando eu não entendia lá muitas coisas, ou quase nada.

Agarrei-me a minha maneira e segui de mãos dadas com o tempo. As pessoas que tanto amava estavam e estão sempre aqui. Foram relapsos pela falta de tempo, pelo beijo deixado para depois... mas ainda assim eu os amo com toda força. Nada modificará isso.

Tento ser apenas diferente, mas sempre tive comigo que não vamos muito longe se a cobrança é atrofiada a lembranças marcantes.
Deus me confidenciou dois seres especiais (talvez estivesse desatento quando achou que eu seria a melhor opção), mas me fiz de forte e abracei-as com um amor desmedido e prometi dar o meu melhor a todo custo.
Acontece que falho. Falho sempre quando sei que não estou bem e ponho em cheque minha própria essência e não há com quem compartilhar... Se me perco, tenho que me achar sozinha... afinal esse espelho deve estar intacto quando esses seres especiais forem procurar meu reflexo. Não é fácil. Mas consigo sempre.

Talvez por isso que inúmeras vezes sinto-me como uma criança solitária de castigo e invisível num canto qualquer. E nessas horas o que mais desejo é que a chuva passe para que não me assombre tanto.

Mas engana-se, se pensam que sou sempre assim. Não. Em geral sou forte como uma rocha, um Muro de Berlim. Mas o que vai por de trás dele é sempre um mistério, dois lados. Uma guerra fria e uma trégua entre o leste e o oeste... e assim eu sou.
Meus lados brigam entre si, mas sempre há uma trégua...
Sempre acho a paz escondida nos escombros e sento-me com ela, admirando o pôr-do-sol.


"Terrível! Esta fronteira de pedra ergue-se... ofende/ os que desejam ir para onde lhes aprouver/ não para um túmulo de massa/ e sim um povo de pensadores."
Volker Braun, 1965

- by Janne -

domingo, 12 de dezembro de 2010

** O VentO trÁs cOisAs bOas **


A minha maneira tosca, deixei as portas e janelas abertas.
Escancarada para o que há de vir...
Por enquanto tudo que preenche é o ar puro vindo de algum lugar bom.
Não há mobílias nessa nova casa. Apenas paredes recentemente pintadas de rosa...
Os raios solares invadem cada canto, aquecem as lacunas distraidamente.

Há uma sensação de paz aqui dentro.
E da janela vi todos seguirem de um lado ao outro, em busca dos próprios caminhos.
Mas permaneci debruçada com os olhos fechados, absorvendo o cheiro do novo, do inesperado.
Não trouxe nada de antigo comigo e o passado ficou lá atrás. Preso a um tempo seguro, mas esquecido.
Superei tudo e para isso tive que agir erradamente, como se precisasse me castigar pela ultima vez e assim o fiz, sem muitas criticas.

Do que me importa agora, preocupar-me com quem está sendo enganado? Cada um com sua alma e seus borrões.
A minha está de volta. Correndo feito criança pela casa vazia, cantando músicas em outras línguas... só para me deixar intrigada. Mas estou mesmo é aliviada por sua presença e feliz pelo seu sorriso discreto e peralta.

Regressar é o mesmo que desenhar um novo esboço.
Uma nova vida, um novo recomeço.

Afinal:

"Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo. Mas qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim” (Chico Xavier)

E enquanto o fim não chega, o melhor mesmo é cuidar do presente! E redesenhar sonhos perdidos e colori-los a maneira que se brota do interior. Lembrando-se que ninguém consegue ser feliz em cima da infelicidade alheia!

 

- by JanNe -

 

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

** ReToMadA **


Os pés caminham numa areia fina e quente.
Amortecem todas as sensações. Dor e revolta.
Putz! Ainda falta muito para a orla chegar ao fim.
Mas a pressa é inimiga nessas horas, o tempo é o companheiro fiel agora.

O pôr-do-sol daqui parece ter outra imagem.
Intrigante, envolvente... Apelativo.
Tudo mudou em fração de segundos e retomei meu próprio caminho.
Agora sim, estou olhando pra mim.

Um reflexo indiferente. Desconhecido.
Mas esperado há certo tempo.
... Mudanças sempre causam certo desconforto intimo.
Mas nada que não se torne habitual daqui a diante.

Foram cruciais esses dias ou meses.
Como em um súbito ‘apagão’, tudo ficou escuro.
Desesperei-me – sei muito bem disso.
Chorei horas a fio tentando entender a falta de ar em minha volta...
E todos os dias a obrigação em se matar algo era predominante – diria até, que mais forte  do que eu.
Mutilar parte de si, mesmo que interiormente é uma penitencia absurda.
Mas algo necessário.

Pois sem essa trágica historia, não estaria como estou agora...
... Livre!

Achei uma porta dos fundos, e estou me mandando!
Hipnotizada ao escuro, esqueci-me de abrir os olhos e ver que o céu ilumina tudo.
Cada estrela... Torna-se uma nova saída de emergência.
E agora estou aqui... pisando na areia e nem percebo mais nada.
Não por não querer ou não desejar... mas por hora, não se importar.

Virei as costas para o terminal. Fatalidades acontecem e estou preparada para cortar esse fio que nos une.
O amanhã acena lá na esquina...

                                    ....tão cheio de mistérios e eu com uma gana louca para desvendar e me retratar de uma vez por todas com ele. - Afinal estou de volta meu querido, mas sozinha dessa vez!

(by JanNe)

(Ah, sei que estou abusando de Evanescence, mas esta é uma das minhas preferidas – retrata bem o momento).





quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

** EsTavA aki o tEmPo toDo, Só VoCê nÃo viU **


Reservei-me o direito de me manter imóvel. Congelada como minhas emoções e dando a mínima importância possível ao meu amor terminal.
Chamei! Gritei aqui dentro e não encontrei respostas. Era tudo um silencio absoluto.
Por mais que eu estivesse dando-lhe um presente – o qual era satisfazer seus desejos absurdos – ele nem mesmo olhou pra mim.

Entregar-me a um olhar foi uma tolice, isso eu já sabia.
Mas foi preciso sentir aquele cheiro mais uma vez... o toque... a respiração ofegante e fechar os olhos ouvindo seu coração batendo mais uma vez (ou pela ultima vez).

Aonde estava ele? Onde eu estava?
Dois estranhos em busca de perdões desnecessários.
Aquele cara não existe mais.
Senti isso no gosto dos seus lábios. Na sua maneira preservada de me olhar diretamente.

Tudo foi estranho perante minha concepção de certo e errado.
Mas tudo foi necessário para que eu soubesse onde fiquei no passado e onde estava realmente no presente.
Aquelas noites onde eu adormecia em seu peito achando que nossas almas estavam entrelaçadas a uma felicidade incomum, escorreu de meus olhos e secou em meu rosto obrigatoriamente nas diversas noites de ausência, agora vejo isso claramente...

O mar está calmo e silencioso dentro de mim.
A felicidade roubada não vai voltar. Afinal descobri que a dei de presente a ele. E presentes não se pedem de volta...
Amei sim. Com todas as forças que pude. Até onde consegui mantive esse amor doente e aborrecido vivo dentro de mim.
Não saber diferenciar o real do não real foi o pior dos dissabores desde o ponto final. Mas agora eu sei. E já sabia antes mesmo que voltasse da saudade ou da escuridão em que se meteu.

Não encontrar mais vestígios de um sentimento é no mínimo torturante. Só corpo não basta para mim. É preciso essência, alma... metade pelo menos do que já foi um dia e não ruínas de um passado recente.

Não fiz nada aguardando um retorno... Afinal não espero mais nada. Chega a ser difícil retratar que as esperanças voaram feitos gaivotas num dia ruim, as quais não se preocuparam em olhar para trás - e elas se foram há tanto tempo!
Ficou aqui uma sensação estranha de que há uma cratera perigosa para quem se aventurar pelos caminhos que criei. Só meus. Inabitáveis a seres comuns.
Sonhos iniciam-se do nada... e eu amei desde o segundo dia que o vi sorrindo na minha frente.
Quis dar-lhe mais que a minha própria felicidade...
Errei muito também, admito.
Mas nada comparável ao dano em que fez ao meu amor – meu anjo sem asas.
E ao contrário de liberdade, sinto tristeza.

A felicidade foi momentânea. E te perdi em suas próprias fugas!
Ironia ou não, também fico por aqui...

(...)
by JaNnE


Eis a tradução correta dessa música... Às vezes gostamos das mesmas coisas e os significados apenas UM DOS LADOS dá a real importância... Fico eu com ela!