terça-feira, 31 de agosto de 2010

** CaMinHoS SiNuOsOs **


Até que ponto será que devemos sermos ‘politicamente corretos’ com a vida, coisas e principalmente pessoas?
Essa frase hoje está na minha mente latejando...
Mas no fundo, creio que ninguém consegue – e olha que há os que realmente acreditam serem (coisa de doido com mania de perfeição eu diria).

A gente tenta... tenta... mas é um troço um tanto quanto complicado de se seguir a risca. Acabamos deslizando literalmente na maionese, pois ser correto em tudo é minimamente impossível (e absurdo também).
Poxa, somos seres errantes e anexados a velhos hábitos grotescos!
E esse povo acaba tendo a mania besta de querer ser como espelho para os outros ou então se julgam capazes de não errar nunca.

Eu mesma quando acordo tenho a mania de programar meu dia antes mesmo de colocar os pés abençoados ao chão (o direito é claro). Digo em pensamento: - Hoje você vai fazer isso e aquilo, sem tropeços. Mas ao final do dia penso: - Puts, não fiz nada do que queria, agi pelo velho impulso... que saco!
Pra vocês notarem como o termo ‘correto’ não se enquadra nada X nada em mim.

A cruel realidade é que o coração (que anatomicamente é só um músculo cardíaco) é quem comanda tudo. Dou razão a cada batimento mais forte, como se o todo transformasse em mensagens codificadas... faço o que ele manda sem pestanejar.
Se fiz tudo certo... beleza... mas se saiu tudo errado... vai se fazer o quê?
Pelo menos tentei.
E mais vale tentar do que a dúvida por não ter feito.

Nesses dias, por exemplo, estou tentando ser ‘politicamente correta’ comigo e não para o mundo. Passei por cima de um orgulho idiota e assumi certas vontades, pois já que não consigo me livrar de certas bagagens pesadas, melhor mesmo é carregá-las com orgulho.
Afinal ser certinha sempre, cansa.
E às vezes (ou quase sempre) nem estamos preparados para andar em linha reta. Haverá os desvios, as opções sinuosas e similares à frente e são esses 'caminhos tortos' que realmente nos ensinam alguma coisa, pois a paisagem se mostra diferente em todos eles...

Mas juro que estava tentando, isso tenho que ressaltar.
Só que a minha personalidade (cheia de hábitos e manias incorporadas) fala mais alto. Tenho, ou melhor, preciso ser sempre o que sou sem me enquadrar a um eixo.
Se magoei, não sossego enquanto não peço desculpas... se roubei um sorriso e deixei apenas lágrimas, faço de tudo para reconquistar... se perdi, tento encontrar... se joguei fora, penso em quem for encontrar... se alguém me deixou triste, porque não consertar, remendar ou costurar?
Há diversas maneiras de ser correto não para os outros, mas para si mesmo, sem aquele drama de ressentimento... Sem essa carga pesada na alma que só faz mal...

Se Deus me fez com um coração mole e insensato perante os meus olhos, preciso aprender a colher suas qualidades também... Mas ultimamente ando apenas penalizando-o e não estou sendo nada correta com ele, obrigando-o a fazer coisas que ele não deseja. Chega disso!

Se ele quer amar... deixe que ame. Se ele quer pedir desculpas, que peça... se ele quer chorar, deixe que chore... se ele quer ficar de canto, que fique... se ele quer as pessoas por perto, que procure-as... se ele quer sorrir, que ria... se quer ficar ausente, que suma (por alguns milésimos de segundos é claro)... se ele quer que seja assim, que seja... e se querer tomar novos rumos, que me habilite a dar os primeiros passos... como já iniciei.

Isso sim é ser 'correto'. 
E é o que espero de todos meus irmãos de alma, todos filhos de 'Papai' e que se esquecem que ser original não mata ninguém, sem contar que agir com amor não altera nenhuma essência.

A penitência maior em se errar... é consertar e não há nenhuma contra-indicação para isso!
Pensem nisso!

com carinho
by Jana

 



sexta-feira, 27 de agosto de 2010

** AnSeiOs **


Rapidamente o tempo me engole numa mordida só.
Furta-me as coisas boas da vida e ignora meus mais pequenos desejos...
...Que nesse momento seria ficar sozinha com meus pensamentos... num lugar onde o vento soprasse coisas aos meus ouvidos... onde o sol iluminasse parte de mim e a calmaria me devolvesse o sossego.

Apenas sei que os dias terminam e nem sei em que parte me perdi deles.
Vagamente lembro dos anseios...
Vagamente olho aqui dentro.

A pressa em se ocupar é maior agora.
Maior que qualquer dor que venha me perturbar... maior que meus impulsos de ler páginas antigas só para que minha alma se sinta viva novamente.

É estranho e que dirá não egoísta, se perder tentando se achar.
Demoramos meio segundo para criar sonhos gigantescos e uma vida inteira para nos desfazer daqueles que se tornaram pesadelos...

Há um motivo aparente para essa mudança brusca... talvez tenha vindo da minha própria natureza insensata... talvez seja um vicio em se escolher o errado. Ainda não identifiquei... ou quase...

De uma coisa estou certa... eu criei uma fantasia só minha. Eu vivi e morri por ela. Difícil é banir sua ausência depois de me enjoar de suas lágrimas... difícil é não chamá-la pra perto... Difícil é dormir sem ela e caminhar por aí, sabendo que não vou mais encontrá-la...
É um mundo sem cor. As pessoas são cinzas. É como sentir a vida de um ângulo obscuro, quase não existente... sem vida.

Queria que o tempo me furtasse isso. Mas é a única coisa que ele nem chega perto.
Como um castigo (só pode ser!)
Me faz prisioneira de uma estória incompleta, torna a minha própria incerta... e o amanhã escuro...

Ah... que o dia passe depressa!

(Que saudade eu sinto de vc)


By Jana

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

** SoNhoS**


Existem sonhos que são apenas sonhos... de tão longes que eles ficam, desistimos muitas vezes de sonhar...

Eu imaginei que o meu havia se evaporado tamanha a mudança nos caminhos...

Mas sempre o trouxe dentro do peito, vivo... vibrante... feito um menino...

Hoje a cada dia que se vai... ele está mais perto de mim...

E como uma criança que ganha um presente eu acabo me rendendo a essa felicidade de poder tocar meu sonho, de acariciá-lo, de lhe dar amor constante...

Enfim, sempre soube que vim para esse mundão de "Papai" com um grande propósito... e nesse momento, percebo que cuidar do próximo seja a razão da minha existência... Sei que é nesse ponto que me realizo plenamente e no futuro, apenas um sorriso meio sofrido é que alimentará todo meu ser de amor...

Afinal Amar ao próximo é uma dádiva pra poucos!

Ser socorrista é tudo que eu desejo... esse é o nome do meu sonho... Seja bem vindo.
by Jana

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

** SaUdAdE **


Ausência

Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar teus olhos que são doces.
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida.
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados.
Para que eu possa levar uma gota do orvalho nesta terra amaldiçoada.
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.

Eu deixarei... tu irás e encontrarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande intimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.

Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.

E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas,
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.

(Vinícius de Moraes)

*********

Hoje é um dia triste pra mim. Sei lá porque acordei assim.
Com uma melancolia na alma, uma saudade desumana.
Meu coração ficou pequenininho, apertado...
Chorei pela ausência... chorei de saudade, assim como me debulho em lágrimas todas as vezes que algo me leva até onde não quero ir... ou me faz lembrar coisas que preciso apagar.
Às vezes eu chego a ver, ouvir... sentir o cheiro vindo com o vento...
Mas a ausência sempre me chacoalha, grita comigo como uma mãe zangada.
Não quero sentir... mas ainda sinto... não quero lembrar... mas ainda lembro...
Não quero viver... mas ainda vivo.

Porque as coisas insistem em serem assim comigo?
De nada valeu destruir os vestígios, se aqui dentro (ainda) resta tudo isso...

(... choro...)

By Jana

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

** FoRa dOs TriLhOs **


Como vagões desgovernados levamos a vida. Um corre-corre diário que nos rouba as melhores cenas do dia e ultimamente minha semana vem sendo dessa forma. Subitamente acordo e quando menos espero estou retornando para casa, deixando para trás a velha mania de admirar pessoas e coisas (nem isso mais ando tendo tempo).

Perco-me contando as balas coloridas que venho me obrigando a deliciar quando a ansiedade me devora. As toxinas do meu velho camarada andam me deixando atordoada e a cada dia resolvo (sem muito sucesso) deixá-lo de lado... Confesso que um dia é de sucesso e outro de fracasso total, mas não há muitas chances em se vencer o próprio propósito. Ando na verdade fazendo ‘esforços’ mais por questões de fé do que vontade própria.
Mas acabo mesmo, tragada pela ansiedade (tristezas, alegrias e seus derivados) pelo velho hábito... o qual me deixa mais calma quando estou com ‘ele’... meu velho e companheiro... altamente cancerígeno e degradante da minha saúde.

Não, não! Isso não é apologia, incitação ou coisa do tipo. É apenas um desabafo de uma viciada (eita palavrinha horrenda) em nicotina, a qual em um dia se liberta e no outro se rende.
Costumo falar que abandonar um vício seja lá qual for, é de fato fácil para os incentivadores, mas para o beneficiário das boas palavras não é nada tão impactante assim. Somos meros seres indisciplinados, mas com a boa vontade (escondida, mas latente).

É aquela coisa... sei dos riscos, sei dos males... odeio quando torcem o beiço ao olharem meu amigo ao meu lado, odeio quando ele me rouba o cheiro natural, quando absorve meu perfume preferido e me deixa paranóica com sua ausência.
Quando fico limpa (acho esse o termo mais correto), fico torcendo para que o mundo não desabe sobre minha cabeça... Poxa, eu havia parado uma semana e estava me reeducando, mas bastou uma breve ligação para que tudo fosse para os ares. Não que eu deposite a culpa em algo, mas a abstinência da nicotina misturada com fortes emoções, nunca foram fatores associados. Nunca devem vir juntos e assim balancei... e lá estava a fumacinha me curando das coisas que julgo não ser capaz de absorver. Eita mundo ilusório!

Na real (e isso se encaixa a todas as pessoas), nunca o final de um relacionamento é totalmente beneficiário – e não estou falando apenas de casos amorosos. Sempre uma das partes vai sair com um prejuízo maior, sempre um vai sofrer mais. É como abandonar um amor mesmo, tendo em mente o quanto ele te faz bem ou te deixa feliz (mesmo que momentaneamente). Ninguém aceita esse tipo de coisa tão facilmente e o elemento surpresa chama-se ‘superação’. Mas isso só se aproxima de nós através de um aditivo chamado ‘tempo’.

Então...
Preciso de tempo para perder velhos hábitos, preciso de tempo para esquecer, superar e deixar que as coisas fluem de maneira mais completa. Preciso de tempo para inserir na mente a falta D.
Preciso de tempo para ser melhor comigo, com as pessoas. Preciso de tempo para amar de novo, preciso de tempo para acreditar de verdade.
Preciso de tempo para andar nos trilhos e diminuir a velocidade desse trem. Preciso de tempo para descobrir que sou bem mais forte do que aquilo que acho que ainda abala meu ser... preciso de tempo para descobrir a felicidade diariamente...

Preciso de tempo para acalmar meu ser e descobrir que erro mais pelo cansaço do que por querer...

(by Jana)

P.s.; sei que está pensando que não preciso de tempo para descobrir tanta coisa. Mas tente você a fazer tudo isso de uma vez... VOCE FATALMENTE DEPENDERÁ DO TEMPO até mesmo para pensar em tudo que escrevi e se decidir...




sábado, 7 de agosto de 2010

** ... EstRanHos HerÓis **


Gente, o dia dos pais é amanhã e a cidade mais parece comemorar antecipadamente – coisa de Campineiro maluco eu diria.
Tive a impressão que hoje o universo masculino está aflorado com força total... para todos os lados que olhei era um cartaz, pais atarefados e seus pequeninos a tira a colo, até ri.
Mas essa data sempre me faz observar muitas coisas que não vejo facilmente por aí.

Pai... um ser tão especial, mas de um amor tão racional. Às vezes me pergunto se existe por aí algum pai com amor maternal, aquele amor de mãe sem medidas e que só elas (ou nós) conseguimos expor para fora...
Falo isso porque pais geralmente são seres que não conseguem ultrapassar certas barreiras do amor, é sempre aquele sentimento oprimido, regado a medidas masculinas não compreensivas, como se demonstrar de uma maneira mais completa fosse algo censurado ou até mesmo proibido por esses corações durões...

Como um relâmpago eles demonstram carinho... são capazes de intercalar esses flashes de amor rapidamente, um tanto sem jeito, um tanto incomodados. Recebemos inesperadamente seus abraços gélidos, mas de uma carga emocional fortíssima (talvez pelo susto ou por esses momentos serem tão raros).

Pais gostam de falar com o olhar (severo, mais que no fundo há toda serenidade). Nos tocam com suas mãos ásperas, mas tentam colocar amor, embora saibam que o toque será sempre pesado. Eles são os últimos a dar opiniões e os primeiros que tememos solicitar uma autorização banal, como se a palavra deles (a final) fosse mesmo as mais decisivas (e acredito que sejam mesmo, pelo menos quando eu era criança, minha mãe costumava a passar a palavra final ao macho Alfa da casa, meu pai).

Pais na minha visão são heróis. Aquela coisa de filme, onde ele é sempre adorado pelos seus feitos e odiado quando fracassa, afinal até hoje não vi meu herói favorito (nas telinhas me decepcionar... são tão sempre perfeitos). Mas meu herói na vida real não!
Esse já me fez rir por horas. Me fez desejar que o tempo parasse só para ter um pouco mais daquela atenção direcionada a minha pessoa... eu chorava muito quando ele de tão cansado, esquecia-se de mim... ou se escondia para que eu não o acompanhasse em suas súbitas saídas pelos fundos.
Confesso que meu herói em certos momentos tinha a semelhança de diversos monstros. Mas acabei compreendendo anos mais tarde sua maneira ‘racional’ de me amar.

Cada pai tem sua maneira de amar e sempre me pego admirando isso nesses seres especiais. Tem dias que lamento por minhas filhas terem apenas a figura dessa mãe e pai que sou. Muito mais mãe e severa as vezes como um pai. Mas sei que essa deficiência paternal, por mais que eu tente, nunca vou conseguir preencher essa parte nelas.

Tive meu pai presente... depois ele ficou ausente... depois presente de novo... e muitas outras distante...
Assim como o herói, a princesinha do papai também ficou lá atrás.
Nesse instante, meu pai está tão perto... mas sinto-o tão longe.
Por isso que vivo dizendo, que certas magoas chegam de mala e cuia em nossas vidas e sem licença, tomam posse de um espaço em nossas vidas sem que desejamos. Elas servem apenas para distanciar as pessoas, para cutucar e ferir alguma lembrança boa desgastada.

Então, penso se eu fosse um pai eu seria diferente.
Não deixaria de amar meus filhos por alguma razão masculina qualquer (afinal eu não seria menos homem se fosse mais amoroso, mais delicado, mais suave e brando com eles). Mesmo cansado e chegando tarde da noite, não passaria horas assistindo o futebol, enquanto poderia perder cinco minutos e dar um beijo de boa noite a meus pequenos. Eu os abraçaria quando sentisse na alma e não segurava o turbilhão de sentimentos quando aflorassem. Deixaria essa maluquisse de hierarquia da família (sendo eu o topo) só para ser mais próximo... e por fim, seria o herói das historinhas reais.

Mas eu sou mãe. Penso e falo como tal. Meu coração é feminino, assim como toda a minha essência. Orgulho-me quando dizem que mulheres são seres emocionais, pois agimos por impulso a nossos sentimentos. Só porque choramos com nossos filhos, sorrimos com cada vitória e sempre, sempre olhamos para eles como um pedaço o qual morreríamos se tivéssemos que acordar sem.

Afinal amor de mãe é tudo!
E de pai complementa, uma ligação entre ambos e que não vivemos sem.


Feliz Dia dos Pais (antecipado é claro, afinal sou campineira nata kkk).

By Jana

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

** EspEciAl SemPrE **


Viajando nas lembranças, hoje me peguei no passado... admirando aquele pequeno ser no meu colo... suas mãozinhas e seu olhar sereno já conseguiam me passar o quanto seríamos grandes amigas....
Senti no peito – embora com apenas 12 anos – um amor fraternal, coisa de mãe, de proteção... foi assim que recebi minha irmã mais nova em minha vida.
Já era hora ‘das meninas’ comandarem aquela casa, já que os meninos tomavam todo e qualquer espaço... uma pena que ela (minha irmãzinha) tinha demorado tanto tempo para chegar e se aliar a mim... mas acabei mesmo, assumindo meu papel e acho que até hoje continuo dando conta do recado...

Hoje ela completa 17 anos. Mas ainda consigo ver por trás de seu rosto, a minha pequena. Minha primeira filhinha adotada pela alma – e olha que demorei alguns anos para que ela parasse de me chamar literalmente de ‘mãe’.

Por ela perdi meu posto de princesa absoluta, mas nem me importei muito, já que estava perdendo o título para uma pessoa mais que especial... minha irmã, meu sangue, meu amor.

Perdi noites de sono, perdi meu espaço no meu quarto... mas só de olhar aquele sorrisinho já me enchia de alegria... afinal, mais tarde acabei descobrindo que não era uma perda e sim um presente.... Vinda dos céus... Feita por ‘Papai’ – nosso criador.

No agora somos mais que irmãs... somos amigas.
Tenho ao meu lado uma pessoa em que amo, doce e que me orgulho demais...
Sei que ainda continuo com o velho hábito de vê-la apenas como uma criancinha, uma parte que precisa muito da minha proteção – e acho que vou morrer assim (mas não é por mal, é por carinho, amor, sei lá).

E nesse dia tão especial se eu pudesse encaixotar a felicidade como presente, pode ter a certeza que eu teria muito trabalho para carregar essa caixa... pois ela seria enorme... e eu faria (e faço) todo e qualquer esforço para que você seja feliz, minha querida mana...

Quero estar sempre ao seu lado, quero sempre que conte comigo... Porque se Deus me deu essa função de te proteger, ESTAREI AO SEU LADO SEMPRE! MESMO QUE EU JÁ NÃO FAÇA MAIS PARTE DESSE MUNDO...

Loh
Parabéns
Te amo incondicionalmente.

Feliz Aniversário...

Bjux
Mana

terça-feira, 3 de agosto de 2010

** NãO faÇa + NaDa **

(Tudo que eu faço) eu faço por você.
(Everything I Do) I Do It For You Bryan Adams

Olhe dentro dos meus olhos, você vai ver
O que você significa para mim.
Procure em seu coração, procure em sua alma
E quando você me encontrar, não vai procurar mais nada.

Não me diga que não vale a pena tentar,
Você não pode me dizer que não vale a pena morrer por isso
Você sabe que é verdade,
Tudo que eu faço, eu faço por você.

Olhe dentro do seu coração, você vai encontrar,
Não existe nada lá para esconder.
Me aceite como sou, fique com minha vida,
Eu entregaria tudo, eu me sacrificaria.

Não me diga que não vale a pena lutar,
Eu não consigo evitar, não há nada que eu queira mais
Você sabe que é verdade,
Tudo que eu faço, eu faço por você.

Não existe amor, como o seu amor,
E nenhuma outra, poderia oferecer mais amor.
Não existe lugar, se você não estiver lá
Todo o tempo, até o fim.

Olhe para o seu coração baby

Oh, você não pode me dizer que não vale a pena tentar,
Eu não consigo evitar, não há nada que eu queira mais.
Eu lutaria por você, eu mentiria por você,
Andaria na corda bamba por você.
Sim, eu morreria por você

Você sabe que é verdade,
Tudo que eu faço, eu faço por você... 

***
Ontem assim do nada essa letra chegou até essa pessoinha que vos escreve...
E diga-se de passagem eu entrei em choque... 
Rs...Essa tal borboleta que não vai embora... que não sai de uma vez por essa janela...
Em vez de alegria (como antes) eu sinto um sentimento tão estranho por ela... um misto de várias coisas ao mesmo tempo, uma agonia sem fim...
Porque ainda tudo me leva ao que eu mais quero esquecer?
Porque essa maneira rídicula em ser fiel a mim mesma? E olha que isso vem sendo um debate constante em minha vida... uma discussão complicada pela minha própria vontade e censura em se permitir que alguém se aproxime...
Ainda preciso de algo pra deletar tudo... pensei que fosse apenas 'tempo', mas é bem mais que isso...
Talvez uma única palavrinha mágica e essa borboleta desapareceria... mas nada, nada depende de mim...
A música é só mais uma parte de uma mentira... que um dia acreditei. Trouxe com ela não somente uma letra que confiei, mas momentos que achei a felicidade ali escondidinha...
Uma felicidade feita como um castelo de areia... que ao menor toque desmoronou... se desfez... em segundos....
"Se tudo que fez, fez por mim" eu não quero nunca mais que faça nada...
Apenas gostaria (necessito) que a borboleta voe alto... pra longe... bem longe... onde meus pensamentos nunca mais a encontre....

é o que penso!

(...) by jana