quinta-feira, 1 de setembro de 2011

** ImiGranTe dO AléM **

Abaixe esse punhal, não sou tão perigosa assim.
Sou eu lembra-se?
A que desvendou os códigos da felicidade e escancarou as portas desse corredor sem fim.
E sem pestanejar, seguia-me de olhos vendados.
Agora é só desconfiança e me intitula de “Witch” na penumbra.

Ah! Divirto-me em gargalhadas feito a tal.
Meu lado mocinha escorreu pelo ralo,
Os encantos hoje assombram,
E o que deixo, são apenas rastros de mim.

Talvez um protótipo de erros e frustrações.
E nos moldes modernos insinuam-se culpas como fugas,
E tudo vai para o fogo.
Cada pedacinho do que fui enforcados
por medos como forma de punição drástica.

Um jeito mórbido e autodestrutivo em se livrar da minha magia.
Que outrora foi transparente e inofensiva
E agora me repudia.
 
A mercê dos tropeços me recomponho.
Desdenhando das pedras
E das falsas alegrias.

Então a paixão que fique como imigrante ilegal na minha vida!

(by JanNe)










6 comentários:

End Fernandes disse...

=]

Jana,

imagino as suas gargalhadas
e confesso e ate compartilho delas...

e de vez em qdo posso ate fazer uma pose pra quem me fotografa =P

Bjuuus

End Fernandes

Thatica. disse...

Eita amiga que esse texto ficou foda.. amei!

show de bolaaaa.. lindo!! profundo.. inspirador.. verdadeiro..

adorei..

beijos a vc.. se cuida, um otemo fds!!

Janaína Pupo disse...

Faça o favor de publicar logo um livro porque fã vc já tem. Eita menina arretada pra escrever! ADORO!
Beijos minha linda

Janaína Pupo disse...

Ei minha linda, boa semana.
Amo-te!

Leandro Lima disse...

Bem... diferente este texto... kkkk
Ficou legal!

Janaína Pupo disse...

Amada, você está sumida. Ta tudo bem?
Precisando estamos aí.
Beijos