sexta-feira, 21 de novembro de 2008

SejA + vOcÊ!



sexta-feira, 21 de novembro de 2008 10:47h

Manhã de sexta, um dia após um feriadão e nadinha pra contar.
Vamos falar do que então? Amor, paixão, tesão? Ah... essas coisas são mais fáceis senti-las e não argumentá-las.
Ouvi hoje (da boca de uma criança só para ressaltar) que o ser humano é feito de sonhos (bonito né!), mas a criança tem o dom de olhar o mundo com os olhos da alma, totalmente alheio a maldades, puro feito água cristalina. Quisera eu ter toda essa inocência. Mas ao contrário, estou mais para um anjo com chifres (pois, cara, penso besteira 24h do meu dia).
A minha honestidade te assusta?
Hahahahahaha... legal isso.

O amor, por exemplo, é algo que desconheço. Paixão, vixi... já vivi algumas, agora tesão sinto por tudo de bom que faço.
Sinto tesão pela vida, mas preciso de um amor para me apaixonar mais por ela (vai entender). Não dizem que cada louco tem sua mania? Eu tenho as minhas.
Meu problema está em ser intensa em tudo. Se tenho uma amizade, sou fiel e intensa. Se trabalho no que gosto, sou toda entregue, se me apaixono estou literalmente dentro d’água e numa dessas as expectativas criam-se automaticamente gerando grandes decepções.
Poxa, sou fiel a minhas ações e reações, talvez um defeito de fábrica, mas “bingo” essa sou eu.
Costumo me caracterizar como um jogo de quebra-cabeça de 200 peças ou mais, mas no final não há nada de anormal comigo, torno-me uma simples paisagem... basta ter olhos sinceros pra decifrar. Ei, mas não esquenta. Não estou fazendo propaganda, isso é apenas um post onde falo tudo que penso, lembra?

A perfeição existe mesmo somente em comerciais de margarida. Aqui a vida é real, pés no chão, esse é um dos meus lemas. Não tenho que ser perfeita ou fazer tudo de forma perfeita, eu erro e erro muito (o gostoso é admitir isso). Sou uma boa mãe (não perfeita), mas tenho a felicidade das gurias em primeiro plano... Depois vem as responsas, e por ultimo chego até essa muralha aqui (deveria ser ao contrário, mas é assim desde o principio). Não posso ser egocêntrica a ponto de cuidar apenas de mim, já que nessa mente elas (as florzinhas) são prioridade, são minha vida.

A maternidade me chegou bem cedo, no auge de uma adolescência problemática. Com ela chegou novos valores, novas razões. Isso nunca me fez melhor que ninguém, apenas tenho figurinhas pra trocar. Eu nem sei como seria se não fosse dessa forma, afinal em algum plano astral escolhi isso, então devo viver intensamente.

Sei minha estória assusta, impõe certos receios e que devo ter deixado passar o amor da minha vida sem se quer notá-lo (alias eu estava preocupada com outros assuntos). Mas se dessa vez, a Deusa da Felicidade passar por mim, vou agarrá-la nem que seja pelos cabelos. Só assim poderei dizer que obtive a ‘figurinha’ principal, a coringa. E juntarei de uma vez por todas, amor, paixão e tesão (na mais perfeita desordem).

BjoOO
Janynha

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